{"id":10760,"date":"2021-02-15T18:08:50","date_gmt":"2021-02-15T21:08:50","guid":{"rendered":"https:\/\/www.leonovaisnoticias.com.br\/v1\/?p=10760"},"modified":"2021-02-15T18:08:50","modified_gmt":"2021-02-15T21:08:50","slug":"corre-convoca-um-olhar-para-o-hiv-aids-em-interface-ao-coronavirus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.portalleonovais.com.br\/v1\/2021\/02\/15\/corre-convoca-um-olhar-para-o-hiv-aids-em-interface-ao-coronavirus\/","title":{"rendered":"CORRE convoca um olhar para o HIV\/AIDS em interface ao Coronav\u00edrus"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-10761\" src=\"https:\/\/www.leonovaisnoticias.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/20210211_115934-300x170.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"170\" srcset=\"https:\/\/www.portalleonovais.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/20210211_115934-300x170.jpg 300w, https:\/\/www.portalleonovais.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/20210211_115934.jpg 500w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: justify;\">O CORRE Coletivo C\u00eanico &#8211; integrado pelos multiartistas Anderson Danttas, Igor Nascimento, Marcus Lobo, Luiz Ant\u00f4nio Sena Jr e Rafael Brito &#8211; desde 2019 tem mergulhado nos impactos da masculinidade na constru\u00e7\u00e3o identit\u00e1ria do homem gay. O isolamento e toda crise socioecon\u00f4mica causada pelo COVID-19, que tem impactado diretamente na sobreviv\u00eancia de pessoas LGBTQIA+, fez o grupo encontrar uma interseccionalidade com a epidemia do HIV\/AIDS no Brasil. Diante desse panorama, o CORRE apresenta a partir do dia de 22 de fevereiro a 10 de abril o projeto PARA-ISO, composto por uma Imers\u00e3o e um espet\u00e1culo multilinguagem.<\/p>\n<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: justify;\">De 22 de fevereiro at\u00e9 18 de mar\u00e7o, o coletivo ocupa as instala\u00e7\u00f5es do sexto andar da Casa Charriot (Com\u00e9rcio\/Salvador-BA) para compartilhar\u00e1 seus rastros de pesquisas em narrativas pol\u00edticas de corpos gays, negros e identidades socializadas atrav\u00e9s da a\u00e7\u00e3o Imers\u00e3o ao PARA-ISO, que se d\u00e1 no tempo presente. Esta a\u00e7\u00e3o art\u00edstica pol\u00edtica \u00e9 formada por resid\u00eancias, bate-papos, lives e processos criativos, com exibi\u00e7\u00e3o di\u00e1ria em diversas plataformas digitais &#8211; Instagram, Youtube, Zoom e Tumblr -, das 14h at\u00e9 18h.<\/p>\n<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: justify;\">A imers\u00e3o precede o lan\u00e7amento de um espet\u00e1culo in\u00e9dito com estreia dia 3 de abril, com dire\u00e7\u00e3o de Luiz Ant\u00f4nio Sena Jr. e Marcus Lobo, uma trama que versar\u00e1 sobre pandemias, masculinidades, sorofobia e seus impactos \u00e0 identidade e vida do homem gay, com \u00eanfase nas realidades racializadas. A proposta do grupo revela artisticamente uma atualiza\u00e7\u00e3o das assimila\u00e7\u00f5es discursivas e pol\u00edticas circulantes no cen\u00e1rio pand\u00eamico da primeira onda brasileira de HIV\/AIDS nos anos noventa, em paralelo com a pandemia do coronav\u00edrus (COVID-19) em 2020.<\/p>\n<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: justify;\">Para isso, o CORRE visita \u201cDevassos no Para\u00edso\u201d, obra do dramaturgo, jornalista e cineasta Jo\u00e3o Silv\u00e9rio Trevisan &#8211; que al\u00e9m dos registros hist\u00f3ricos acerca de sexualidade e soropositividade, discute direitos civis, inser\u00e7\u00e3o social de minorias e intoler\u00e2ncia. A Imers\u00e3o ao PARA-ISO \u00e9 dotada de suportes visuais e estruturas virtualizadas, dentro dos par\u00e2metros de biosseguran\u00e7a vigentes, propondo di\u00e1logos com o espectador atrav\u00e9s de relatos autobiogr\u00e1ficos, depoimentos em v\u00eddeos, materiais de imprensa, jogos c\u00eanicos, musicalidade e movimento.<\/p>\n<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: justify;\">A TRAMAturgia utiliza a rede como um tecido estendido para criar um trajeto tal qual um v\u00edrus percorre pelo corpo, levantando cr\u00edtico-afetivamente a quest\u00e3o: \u201cquais s\u00e3o os corpos que a sociedade escolhe salvar e descartar?\u201d. Para contribuir no processo imersivo ao PARA-ISO, a primeira resid\u00eancia art\u00edstica (22 a 26 de fevereiro) \u00e9 com o ator e dramaturgo Ronaldo Serruya (Teatro Kunyn &#8211; SP, que se debru\u00e7a em quest\u00f5es Queer no teatro, e integrou Grupo XIX de Teatro) e o ator, diretor teatral e mestre em arte e cultura contempor\u00e2nea Fabiano de Freitas (Teatro de Extremos &#8211; SP), vulgo Dadado.<\/p>\n<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: justify;\">Numa parceria que j\u00e1 dura quase duas d\u00e9cadas, Serruya e Dadado t\u00eam desenvolvido uma pesquisa sobre pol\u00edticas de linguagens em rela\u00e7\u00e3o aos atravessamentos geracionais e as viv\u00eancias com HIV\/AIDS, assim como a rela\u00e7\u00e3o desta epidemia com a do COVID-19. Na resid\u00eancia, versar\u00e3o sobre Como Eliminar Monstros: Olhares Decoloniais a partir do HIV\/AIDS, de 22 e 26 de fevereiro, que busca provocar e apresentar produ\u00e7\u00f5es art\u00edsticas que tem em pesquisas art\u00edsticas o HIV\/AIDS como eixo tem\u00e1tico, numa perspectiva de produzir olhares decoloniais sobre esse recorte.<\/p>\n<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: justify;\">Georgenes Isaac, integrante do Coletivo das Liliths, tamb\u00e9m integra a programa\u00e7\u00e3o de resid\u00eancias art\u00edsticas, entre os dias 01 e 05 de mar\u00e7o, com a tem\u00e1tica Sistema Imune &#8211; uma busca pelo corpo transgressor, uma experi\u00eancia intersubjetiva que tensiona a rela\u00e7\u00e3o de\u00a0hibrida\u00e7\u00e3o entre o\u00a0espa\u00e7o, tempo, mem\u00f3ria, ancestralidade e corpo. Ser\u00e3o levantadas na experi\u00eancia laboratorial as consequ\u00eancias psicossociais impostas pelas epidemias da Covid-19 e o HIV\/AIDS, sobretudo, nos corpos dissidentes.<\/p>\n<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: justify;\">&#8220;\u00c9 uma esp\u00e9cie de experi\u00eancia c\u00eanica de cura-morte-vida. Uma experi\u00eancia \u201cp\u00f3s-vida-morte\u201d. Entendendo aqui as rela\u00e7\u00f5es entre corpos dissidentes e os processos de adoecimento social&#8221;,\u00a0 explica o artista preto e LGBTQIA+, Georgenes Isaac \u00e9 soteropolitano, nascido no Curuzu.<\/p>\n<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: justify;\">Entre os dias 15 e 17 de mar\u00e7o, a Imers\u00e3o ao ParaIso trar\u00e1 as experi\u00eancias de artistas e especialistas quanto e com corpos positivos (HIV\/AIDS e COVID-19), atrav\u00e9s de lives a serem transmitidas no perfil do Instagram do Corre &#8211; Coletivo C\u00eanico (@corre_ba). Xan Mar\u00e7all, mulher trans amaz\u00f4nida do Bel\u00e9m do Par\u00e1, atriz performer integrante do Coletivo das Liliths e escritora inicia e versa sobre seu corpo positivo para HIV h\u00e1 6 anos, levantando como o v\u00edrus, em concomit\u00e2ncia ao seu processo transicional, tem sido um deflagrador de verdades em Urg\u00eancias sociais e art\u00edsticas para um corpo trans soropositivo.<\/p>\n<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: justify;\">No segundo bate-papo, Ramon Fontes, que tematiza em A escrita soropositiva, uma pesquisa acad\u00eamica com fontes em dramaturgias, cartas e poesias de soropositivos, al\u00e9m de colocar em pauta suas escreviv\u00eancias quanto corpo positivo preto n\u00e3o retinto. Para fechar o ciclo de conversas ao vivo, M\u00e1rcia Rachid, em HIV\/AIDS e COVID-19 &#8211; Rela\u00e7\u00f5es Epidemiol\u00f3gicas, trar\u00e1 sua experi\u00eancia profissional enquanto infectologista nacionalmente reconhecida para tra\u00e7ar um paralelo entre as epidemias, numa abordagem mais estat\u00edstica e cient\u00edfica.<\/p>\n<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: justify;\">O coletivo c\u00eanico convoca ainda institui\u00e7\u00f5es atuantes nas campanhas de preven\u00e7\u00e3o e combate \u00e0 HIV\/AIDS para bate-papos integrantes deste rastro de pesquisa que \u00e9 a Imers\u00e3o ao PARA-ISO. Essa a\u00e7\u00e3o busca instigar espectadores a transformarem as telas &#8211; assimiladas como espa\u00e7os de confinamento, em lugares de liberta\u00e7\u00e3o gradativa. Desprendendo-se com aux\u00edlio das artes, pesquisas, express\u00f5es e t\u00e9cnicas, das zonas opacas da desinforma\u00e7\u00e3o e fobias sociais constru\u00eddas historicamente.<\/p>\n<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: justify;\">O projeto PARA-ISO tem apoio financeiro do Estado da Bahia atrav\u00e9s da Secretaria de Cultura e da Funda\u00e7\u00e3o Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultural do Minist\u00e9rio do Turismo, Governo Federal\u201d.<\/p>\n<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: justify;\">Programac\u00e3o<\/p>\n<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: justify;\">Imers\u00e3o ao PARA-ISO &#8211; 22 de fevereiro a 18 de mar\u00e7o<\/p>\n<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: justify;\">&#8211; 22 a 26 de fev &#8211; resid\u00eancia Como Eliminar Monstros: Olhares Decoloniais a partir do HIV\/AIDS &#8211; com Fabiano de Freitas e Ronaldo Serruya (Youtube do CORRE &#8211; 14h \u00e0s 16h30)<\/p>\n<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: justify;\">&#8211; 01 a 05 de mar\u00e7o &#8211; Georgenes Issac (Youtube do CORRE &#8211; 14h \u00e0s 16h30)<\/p>\n<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: justify;\">&#8211; 15 de mar\u00e7o &#8211; live Urg\u00eancias sociais e art\u00edsticas para um corpo trans soropositivo &#8211; com Xan Mar\u00e7all (Instagram do CORRE &#8211; 14h \u00e0s 16h)<\/p>\n<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: justify;\">&#8211; 16 de mar\u00e7o &#8211; live A escrita soropositiva &#8211; com Ramon Fontes (Instagram do CORRE &#8211; 14h \u00e0s 16h)<\/p>\n<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: justify;\">&#8211; 17 de mar\u00e7o &#8211; live HIV\/AIDS e COVID-19 &#8211; Rela\u00e7\u00f5es Epidemiol\u00f3gicas &#8211; com M\u00e1rcia Rachid (Instagram do CORRE &#8211; 14h \u00e0s 16h)<\/p>\n<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: justify;\">CORRE Coletivo<\/p>\n<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: justify;\">As c\u00e9lulas c\u00eanicas t\u00eam por costume exprimir o resultado das somas de identidades e identifica\u00e7\u00f5es de seus membros atrav\u00e9s do seu fazer art\u00edstico. E \u00e9 quando identidades, mesmo com diferentes universos expressivos acentuados, se identificam em pontos art\u00edsticos e pol\u00edticos, que nasce o CORRE, coletivo c\u00eanico soteropolitano.<\/p>\n<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: justify;\">A realidade pand\u00eamica desencadeada pelo coronav\u00edrus (COVID-19) no ano de 2020, proporcionou um terreno \u00e0 cadeia criativa que demandou revisita\u00e7\u00f5es aos processos art\u00edsticos. Neste cen\u00e1rio, o rec\u00e9m formado CORRE (@corre_ssa) se v\u00ea instigado e atuando fortemente em inser\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas durante seus estudos, propostas e montagens.<\/p>\n<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: justify;\">Delivery (2020) \u00e9 um ponto na curva crescente do coletivo quando fala-se em dramaturgias produzidas e difundidas digitalmente, seguida de PARA-ISO (com lan\u00e7amento em fevereiro de 2021), uma TRAMAturgia rizom\u00e1tica que pautar\u00e1 tecno dramaticamente o papel cat\u00e1rtico pol\u00edtico da arte, tornando comuns aos usu\u00e1rios de sua rede dram\u00e1tica informa\u00e7\u00f5es que desmistificam tabus e v\u00e3o de encontro a preconceitos sociais.<\/p>\n<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: justify;\">Em sua composi\u00e7\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel observar, ou perder de vista os limites da fisicalidade dos nomes, trabalho e arte dos respectivos, Anderson Danttas, ator de reverbera\u00e7\u00e3o internacional, administrador e bailarino; o produtor cultural, tamb\u00e9m bailarino e ator Igor Nascimento; e o pesquisador do teatro do real, especialista em gest\u00e3o cultural e pol\u00edtica, al\u00e9m de artista multifacetado, Luiz Ant\u00f4nio Sena Jr..<\/p>\n<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: justify;\">Completando os qu\u00edntuplos dentes desta engrenagem que faz o CORRE rodar temos, Marcus Lobo, pesquisador em arte e m\u00eddias com foco na visualidades da cena e elementos t\u00e9cnicos, atuando profissionalmente tamb\u00e9m como diretor, ator, dentre outras coloca\u00e7\u00f5es; e Rafael Brito, ator, assistente de dire\u00e7\u00e3o e das comunica\u00e7\u00f5es enquanto produtor, assessor, rep\u00f3rter, dentre outros postos.<\/p>\n<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: justify;\">O que \u00e9 o CORRE?<\/p>\n<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: justify;\">O coletivo expressa &#8211; &#8220;\u00c9 pele, \u00e9 olho, \u00e9 toque. \u00c9 o grito que ecoa na avenida, que desce ladeira e cruza as esquinas. \u00c9 o n\u00e3o-lugar, ou a transi\u00e7\u00e3o dele. \u00c9 o movimento. Tamb\u00e9m se \u00e9 posse e demarca\u00e7\u00e3o de espa\u00e7o. Peda\u00e7o de perna que percorre, estica e alonga. Prolonga, perdura e se estende. Como gozo que escorre pela barriga e se faz morada entre o umbigo. \u00c9 felicidade. Que dilata, rasteja e n\u00e3o sai da cabe\u00e7a. Cruzam-se os caminhos, as pernas, e os n\u00e3os ao patriarcado. \u00c9 o caminho sem volta para festa.\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O CORRE Coletivo C\u00eanico &#8211; integrado pelos multiartistas Anderson Danttas, Igor Nascimento, Marcus Lobo, Luiz Ant\u00f4nio Sena Jr e Rafael Brito &#8211; desde 2019 tem mergulhado nos impactos da masculinidade na constru\u00e7\u00e3o identit\u00e1ria do homem gay. 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