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UNA: Festa junina movimenta Ilha de Comandatuba, veja o vídeo!

Música de qualidade num ambiente rústico e aconchegante, contaminado pela alegria e descontração das pessoas. Foi assim a noite de sábado, 23, do São João de Comandatuba, no município de Una.

A banda Zabumbahia, conhecida na região pela boa interpretação de rits de forró, deu o tom da festa. Licor, amendoim, milho cozido, entre outras iguarias, reforçaram a energia de quem optou por varar a madrugada dançando forró.

O São João de Comandatuba é tradição no povoado e se fortalece a cada ano, porque tudo é feito com o envolvimento da comunidade local. Uns levam pratos típico da época, enquanto que outros contribuem com pequena quantidade de dinheiro.

POR: DIÁRIO BAHIA

POR: DIÁRIO BAHIA

No final, tudo é traduzido numa festa basicamente familiar, mas aberta a todas as pessoas que ali chegam movidas pelo espírito junino. E viva o São de Comandatuba!

VEJA O VÍDEO:

LGBT: Ativistas em Botsuana celebram descriminalização da homossexualidade

Faz duas semanas que ser gay ou lésbica não é mais crime em Botsuana.

No dia 11 de junho, o país tornou-se o segundo no continente africano a descriminalizar, neste ano, a homossexualidade (o vizinho ao norte, Angola, foi o primeiro).

Trechos dos artigos 164, 165 e 167 do Código Penal botsuanês foram eliminados — e, junto com eles, a pena de até 7 anos de prisão prevista no texto.

“Essa foi uma vitória tão grande para todos nós da comunidade LGBT”, diz Carmelo Yoko, artista e fotógrafa que mora em Tonota, uma pequena vila perto de Francistown, a segunda maior cidade de Botsuana.

Desde então, diz Carmelo, tudo está mais ou menos como sempre foi: tranquilo. O país, de 2,25 milhões de habitantes, tem uma cultura pacífica, cenário diferente da vizinha África do Sul, dizem ativistas.

Botsuana descriminalizou a homossexualidade em 11 de junho. — Foto: Rodrigo Sanches/G1Botsuana descriminalizou a homossexualidade em 11 de junho. — Foto: Rodrigo Sanches/G1

Botsuana descriminalizou a homossexualidade em 11 de junho. — Foto: Rodrigo Sanches/G1

Uma das maiores mudanças é que a descriminalização deve vir como uma forte mensagem à comunidade de Botsuana de que gays e lésbicas não podem ser ridicularizados ou perseguidos: é nisso que acredita Caine Youngman, ativista de direitos humanos em Gaborone, capital de Botsuana.

Acessar serviços de saúde também deve ficar mais fácil para a população LGBT: em alguns casos, relata Youngman, profissionais abriam escrituras da Bíblia, ridicularizavam ou tinham medo de oferecer ajuda, por temerem perseguição por auxiliar essas pessoas a irem contra a lei.

Além de ter o acesso a esses serviços dificultado, o ativista explica que muitos LGBTs sofriam violência doméstica em silêncio ou aceitavam chantagens porque não podiam ir à polícia, já que estar em relações com uma pessoa do mesmo sexo era crime. Outros faltavam às aulas ou deixavam a escola por causa de bullying, tornavam-se um fardo para a família e acabavam sem ter para onde ir, voltando-se à prostituição.

O ativista pelos direitos humanos em Botsuana Caine Youngman — Foto: Arquivo pessoalO ativista pelos direitos humanos em Botsuana Caine Youngman — Foto: Arquivo pessoal

O ativista pelos direitos humanos em Botsuana Caine Youngman — Foto: Arquivo pessoal

“[A mudança] também é um recado de que, se você acredita que está certo, pode ir ao tribunal, e a justiça vai prevalecer. [A decisão] nos dá fé e esperança no sistema judicial de Botsuana”, diz Youngman, que é gay e trabalha na ONG Legabibo, voltada para os direitos de lésbicas, gays e bissexuais de Botsuana e que só foi legalizada definitivamente em 2016.

Herança colonial

Os artigos do código penal de Botsuana que criminalizavam a homossexualidade são uma herança colonial. Entre 1885 e 1966, o país foi protetorado britânico e se chamava Bechuanaland. A própria Inglaterra já havia estabelecido, em 1533, que relações sexuais entre homens eram passíveis de morte.

O texto botsuanês não bania, explicitamente, relações entre pessoas do mesmo sexo, mas, sim, “ter conhecimento carnal de qualquer pessoa contra a ordem da natureza” ou tentar fazê-lo. Também proibia que “qualquer pessoa, em público ou privado, cometa qualquer ato de indecência com outra pessoa”. A palavra “privado” foi removida da legislação.

Apesar de não citar a homossexualidade, a norma só era aplicada, na prática, a casais gays, diz Youngman — Foto: Arquivo pessoalApesar de não citar a homossexualidade, a norma só era aplicada, na prática, a casais gays, diz Youngman — Foto: Arquivo pessoal

Apesar de não citar a homossexualidade, a norma só era aplicada, na prática, a casais gays, diz Youngman — Foto: Arquivo pessoal

Apesar de não citar a homossexualidade, a norma só era aplicada, na prática, a casais gays, diz Youngman. Segundo o ativista, a última condenação pela lei foi em 2016, mas o homem que foi preso ficou na cadeia por apenas alguns meses. Ele foi contemplado com um perdão governamental distribuído a várias pessoas quando o país completou 50 anos de independência.

Mesmo assim, ficou com o registro na ficha. Ele não fala sobre o caso, segundo Youngman. E não é o único.

“As pessoas têm medo do tribunal, da mídia. Elas têm medo que, se esses casos se tornarem grandes, não consigam achar um emprego depois. Algumas delas não são assumidas. Elas optam por cumprir a pena [de até 7 anos]”, explica.

Em 2010, o país aprovou uma emenda às leis trabalhistas que proibiu demissões por causa de orientação sexual ou estado de saúde, inclusive quanto a ter ou não o vírus HIV.

Juiz contra a marginalização de minorias

Pessoas assistem ao julgamento da decisão que descriminalizou a homossexualidade em Botsuana no dia 11 de junho — Foto: Associated PressPessoas assistem ao julgamento da decisão que descriminalizou a homossexualidade em Botsuana no dia 11 de junho — Foto: Associated Press

Pessoas assistem ao julgamento da decisão que descriminalizou a homossexualidade em Botsuana no dia 11 de junho — Foto: Associated Press

No dia 11, o juiz Michael Leburu, um dos que assinaram a decisão, declarou que “a dignidade humana é prejudicada quando grupos minoritários são marginalizados”.

Ele e outros dois colegas afirmaram, na sentença, que criminalizar relações sexuais entre adultos do mesmo sexo “perpetua o estigma e a vergonha contra homossexuais e os torna reclusos e isolados. As minorias, que são vistas pela maioria como desviantes ou párias, não devem ser excluídas ou ostracizadas. A discriminação não tem lugar neste mundo”.

A sentença foi comemorada no Twitter sob a hashtag #revoguem164, uma referência a um dos artigos que foram modificados. Youngman espera que a decisão contribua para reverter outras no continente africano, inclusive uma recente no Quênia que foi no sentido contrário e manteve a homossexualidade como crime.

Em Botsuana, mesmo com a mudança, o clima ainda é de cautela, dizem os ativistas.

Laone van Vuuren é formado em relações públicas e administra um serviço de bufê em Gaborone, Botsuana — Foto: Arquivo pessoalLaone van Vuuren é formado em relações públicas e administra um serviço de bufê em Gaborone, Botsuana — Foto: Arquivo pessoal

Laone van Vuuren é formado em relações públicas e administra um serviço de bufê em Gaborone, Botsuana — Foto: Arquivo pessoal

“Eu não diria que as pessoas têm medo de sofrer crimes de ódio, mas estamos cautelosos”, afirma Laone van Vuuren, que é formado em relações públicas, é gay e administra um serviço de bufê em Gaborone.

“Nós somos, de forma geral, uma sociedade conservadora, então nem casais hétero demonstram afeto em público com frequência. Não é comum, em Botsuana, ver casais se beijando na rua, sejam LGBT ou não”, afirma.

“Eu acho que o sentimento geral é de euforia e triunfo para a comunidade LGBT, assim como de apoio para as pessoas não-LGBT em Botsuana que acreditam na proteção de direitos humanos em todo o país”, diz Laone.

Ativistas pelos direitos LGBT comemoram decisão da Suprema Corte em Gaborone, Botsuana, no dia 11 de junho — Foto: Associated PressAtivistas pelos direitos LGBT comemoram decisão da Suprema Corte em Gaborone, Botsuana, no dia 11 de junho — Foto: Associated Press

Ativistas pelos direitos LGBT comemoram decisão da Suprema Corte em Gaborone, Botsuana, no dia 11 de junho — Foto: Associated Press

Mas nem todos estão satisfeitos com a decisão. Por ser um país cristão, explica o ativista, há reações contrárias. Segundo levantamento do Pew Research Center, de 2010, 64% da população do país é protestante, e 22%, católica.

Youngman, que cresceu em uma família católica, também acredita que a religião é um dos fatores que contribuem para o preconceito contra a população LGBT em Botsuana. O ativista da Legabibo relata que foi a diversas igrejas para tentar harmonizar sexualidade e fé.

“As igrejas tentavam me fazer mudar, elas fazem você acreditar que isso é possível. Mas, à medida que eu crescia, esses sentimentos ficaram mais fortes, e eu decidi me aceitar”.

Foi a partir dali que ele começou a se dedicar a defender os direitos humanos no país. “Eu não queria que outras pessoas passassem pelo que eu passei”, diz.

A família, por outro lado, aceitou bem saber que ele é gay. Quando veio a público com sua sexualidade, relata Youngman, ele era um dos poucos homens abertamente gays no país, e vários LGBTs o procuravam em busca de ajuda. O ativista acabava abrigando pessoas na casa onde morava, na época, com a mãe.

Pessoas comemoram mudança na lei de Botsuana que descriminalizou a homossexualidade no país no dia 11 de junho — Foto: Associated PressPessoas comemoram mudança na lei de Botsuana que descriminalizou a homossexualidade no país no dia 11 de junho — Foto: Associated Press

Pessoas comemoram mudança na lei de Botsuana que descriminalizou a homossexualidade no país no dia 11 de junho — Foto: Associated Press

Entre as dificuldades enfrentadas pela população LGBT do país está, por exemplo, a mudança de gênero em documentos oficiais de pessoas trans, o que pode dificultar oportunidades de emprego ou que elas viajem para fora do país.

Em uma decisão histórica do tipo, de outubro de 2017, a Suprema Corte de Botsuana permitiu a um homem trans botsuanês mudar de gênero nos documentos, depois de uma batalha judicial que durou 10 anos, segundo a agência de notícias Reuters.

Já os atos de violência costumam acontecer com mais frequência em lugares isolados, relata Youngman. “As pessoas não são de criar confronto, elas evitam dizer coisas na sua cara”, diz.

Apesar de serem incomuns, segundo os ativistas, incidentes em que há violência física também ocorrem. Em novembro do ano passado, uma mulher trans foi agredida na porta de uma boate em Gaborone, em público, e a ação foi filmada e postada em redes sociais.

Carmelo Yoko é fotógrafa e artista em uma pequena vila perto de Francistown, segunda maior cidade de Botsuana — Foto: Arquivo pessoal/SetabaneCarmelo Yoko é fotógrafa e artista em uma pequena vila perto de Francistown, segunda maior cidade de Botsuana — Foto: Arquivo pessoal/Setabane

Carmelo Yoko é fotógrafa e artista em uma pequena vila perto de Francistown, segunda maior cidade de Botsuana — Foto: Arquivo pessoal/Setabane

“Em Botsuana, a violência tende a ser mais verbal do que física, como no Facebook ou no rádio”, diz Carmelo Yoko, que é lésbica. “O estupro corretivo, por exemplo, acontece aqui às vezes também, mas não é tão comum quanto na África do Sul”, diz a artista.

O termo “estupro corretivo” é usado quando o crime é cometido com o objetivo de controlar o comportamento social ou sexual da vítima.

Para Carmelo, ainda é cedo para dizer se a situação no país melhorou ou piorou. “O que posso dizer é que, até agora, não há muita diferença. Somos, agora… bom, acho que não somos ilegais — não somos mais criminosos. Mas isso é só um passo na direção certa”, ressalva.

Mesmo com a descriminalização em Botsuana, a homossexualidade continua sendo crime em 32 dos 54 países da África. Em 4 deles — Mauritânia, norte da NigériaSomália Sudão — é passível de morte, segundo levantamento da Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Trans e Intersexo.

Ser gay ainda é crime em 32 dos 54 países da África, mesmo após a descriminalização em Botsuana — Foto: Juliane Monteiro/G1Ser gay ainda é crime em 32 dos 54 países da África, mesmo após a descriminalização em Botsuana — Foto: Juliane Monteiro/G1

Ser gay ainda é crime em 32 dos 54 países da África, mesmo após a descriminalização em Botsuana — Foto: Juliane Monteiro/G1

No Egito, apesar de a homossexualidade não estar prevista em lei como crime, é considerada assim “de fato”.

No continente africano, o único país que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo e lhes dá garantias constitucionais é a África do Sul, onde a legislação foi aprovada em 2006.

FONTE: G1

INSTAGRAM: Função que permite colocar música nos stories chega ao Brasil

Já viu aquele amigo que está no exterior colocar músicas nas stories do Instagram e não conseguiu ouvir porque a função não estava disponível por aqui? Esse problema ficou no passado. A partir desta terça-feira (25) o Facebook, que é dono do Instagram, traz para o Brasil todos os produtos musicais das plataformas da rede social.

Agora será possível adicionar músicas aos stories de Facebook e Instagram, além de colocar uma nova seção só com músicas no perfil do Facebook. Também será possível fazer dublagens de canções (função chamada de lipsync em inglês) em transmissões ao vivo na rede social.

Para adicionar uma música a um story, um novo sticker será adicionado como opção aos usuários brasileiros no Facebook e no Instagram. Quando uma canção for escolhida, é possível escolher o trecho que vai tocar para os seguidores e, se a música tiver letras disponíveis no Instagram, elas aparecerão na tela.

A função de música nos stories foi anunciada em junho do ano passado no Instagram e em outubro no Facebook.

“Além das licenças de gravadoras internacionais já disponíveis, fizemos parcerias com gravadoras, distribuidoras, editoras e sociedades que representam compositores locais para garantir que as músicas que as pessoas mais gostam no Brasil pudessem ser adicionadas às publicações”, disse Álvaro de Torres, que lidera o setor de desenvolvimento de negócios e parcerias musicais para o Facebook na América Latina.

ITABUNA: MORRE EX-VEREADOR CARLITO DO SARINHA

O ex-vereador Carlito do Sarinha morreu neste domingo (23) no Hospital Calixto Mdlej Filho, onde estava internado há cerca de um mês se recuperando de um infarto.

Carlito tinha 66 anos, e estava licenciado da presidência do Solidariedade e foi vereador por cinco mandatos em Itabuna. O Velório será no SAF e o sepultamento nesta segunda-feira, 24, às 16 horas.

Por: ipolítica

ILHÉUS: Prefeitura realiza captura de animais de grande porte soltos em vias públicas

O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) iniciou na segunda-feira (17) e vai até sábado (22), ação de captura dos animais de grande porte soltos em bairros e locais de livre acesso ao público. A operação foi desenvolvida com base nas leis municipais 3.257/2006 e 3.741/2015. A Divisão de Vigilância em Saúde considera que durante as festividades juninas, a cidade recebe grande quantidade de visitantes, o que pode ocasionar em acidentes automobilísticos causados por animais soltos nas rodovias, principalmente equinos.

Segundo informou o CCZ, já foram capturados até o momento, cerca de 52 equinos em vias públicas. Os animais recolhidos às dependências do centro, foram registrados com menção da espécie, registro do dia, local e período da apreensão, raça, sexo, pelagem, além de sinais característicos e outros elementos apresentados. Em seguida, passaram por avaliação veterinária e exame de anemia infecciosa equina (AIE).

Conforme as penalidades previstas nas leis, o proprietário do animal apreendido ficará sujeito ao pagamento de multa, despesas de transporte, de alimentação, assistência veterinária e outras, mediante guia de depósito a ser emitida pela Secretaria Municipal de Saúde (Sesau). O animal só poderá ser resgatado diante do comprovante de pagamento das multas e penalidades, juntamente com o comprovante de residência, RG e CPF do proprietário do animal.

O CCZ informa ainda que, caso o animal seja apreendido pela terceira vez, não poderá mais ser resgatado pelo seu proprietário. O setor irá determinar o destino para o animal, conforme Lei 3.741/15.

Caso Neymar: Najila Trindade está sendo procurada pela polícia

Segundo o balanço geral, acaba de sair mandato de busca e apreensão do celular da Najila Trindade, só que ela não está sendo localizada.

A polícia já esteve em todos os endereços passado por ela, mas até o momento não a encontraram.

Caso Najila não entregue o celular Neymar pode ser inocentado.

Una: Estrada de Comandatuba é inaugurada pelo Prefeito e o Dep. Eduardo Salles

O prefeito de Una, Tiago De Dejair, juntamente com o Dep. Eduardo Salles e o vice-governador João Leão inauguraram ontem a nova estrada de Ilha de Comandatuba.

Após dois anos de muita luta do prefeito Tiago De Dejair e do Dep. Eduardo Salles para a conclusão dessa obra que foi diária, eles a entregaram.

A estrada tinha sido abandonada na gestão anterior, fazendo que os turistas desistissem de visitar a localidade por conta da precariedade que se encontrava, hoje essa estrada foi feita toda em blocos travados trazendo uma nova cara para Comandatuba.

Comandatuba é o principal atrativo turístico da cidade de Una, e o prefeito da cidade não vem medindo esforços para resgatar a cultura e bem estar dessa comunidade.

A inauguração contou também com a presença do vice-governador João Leão, que idealizou essa estrada desta forma, do Dep Mário Negromonte Júnior , e dos demais deputados , vereadores e lideranças , e assim foi dado esse belo presente a população de Una e aos turistas que usufruem deste paraíso que é Comandatuba.

 

Porto Seguro: Cadela detecta 52 quilos de maconha em veículo

O faro da cadela policial ‘Diva’ detectou, na noite desta quinta-feira (14), 52 quilos de maconha prensada escondidos num veículo que trafegava pela BR-367, nas proximidades do distrito de Pindorama, município de Porto Seguro. Diva participava da operação ‘Lei e Ordem’ realizada pelo 8ª Batalhão de Polícia Militar (Porto Seguro). Willas Morais Lima, 23 anos, e Izabela Marques Bispo, 26, foram presos em flagrante por tráfico de drogas. O entorpecente, dividido em 65 tabletes prensados, estava escondido em uma mala de viagem, dentro do Chevrolet Onix, branco, placa FUY-3043. De acordo com o comandante do 8º BPM, tenente-coronel Anacleto França, a operação se estendeu por toda a Costa do Descobrimento (Santa Cruz Cabrália, Belmonte e Porto Seguro) e o seu objetivo é ampliar a sensação de segurança na região. “Abordamos pessoas e veículos em pontos estratégicos e, num deles, a cadela identificou a presença de droga”, esclareceu.

Ilhéus: Novos secretários de Marão tomam posse

Dois novos secretários municipais tomaram posse dos cargos na manhã desta quinta-feira (13). As mudanças de gestores fazem parte da reforma Administrativas propostas pelo prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre. A cerimônia de posse aconteceu no Centro Administrativo, no bairro da Conquista, com a presença dos novos ocupantes.

O auditório ficou pequeno para a quantidade de pessoas que queriam assistir à posse. Silvana da Costa Anunciação vai assumir a Chefia de Gabinete do prefeito Mário Alexandre. Fábio Manzi Junior a Secretaria Municipal da Cultura e Turismo e Jerbson Moraes a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Meio Ambiente e Urbanismo são os novos secretários.

O prefeito empossou ainda secretários que já faziam parte da equipe municipal. Na reforma publicada no Diário Oficial do Município, versão online, com mudanças em algumas nomenclaturas. Para as secretarias municipais, Átila Dócio a Secretaria de Infraestrutura e Defesa Civil; Bento José Lima Neto a Secretaria de Gestão e Tecnologia; Eliane Oliveira da Silva a Secretaria de Educação, Esporte e Lazer.

Geraldo Magela Ribeiro a Secretaria de Saúde; Hélio Ricardo a Secretaria de Comunicação Social; Hermano Fahning a Secretaria de Serviços Urbanos; Márcio Cunha Rafael dos Santos a Secretaria da Fazenda e Orçamento; Rubenilton Santos Silva a Secretaria de Desenvolvimento Social; Alex Santos de Souza a Controladoria Geral; Jefferson Domingues a Procurador Geral; Antônio Rodrigo Viana Ramos a Tesoureiro e Gilson Nascimento a Diretor-Geral Sutram.

Além destes, Joélia Sampaio a Superintendência de Meio Ambiente e Urbanismo; Eduardo Haendel de Castro a Superintendência do Fundo Municipal de Saúde; Jhonni Calazans a Superintendência de Obras; Mauro Alves a Superintendência de Relações Institucionais; José Victor a Superintendência de Agricultura e Pesca; Angelito Dias a Superintendência de Ações Regionais; Paulo Sérgio a Superintendência de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio.

O prefeito destacou a importância de cada gestor e disse ter confiança na competência dos secretários. Ele também agradeceu ao empenho dos antigos gestores de cada uma das pastas. ”As mudanças vão reforçar ainda mais a ação da Prefeitura, que vem escrevendo história na cidade, sobretudo por ter uma equipe qualificada”, disse o prefeito Mário Alexandre

SSA: Léo Prates pode ser o sucessor de ACM

O prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM) tem priorizado o nome de Bruno Reis (DEM) como seu sucessor na eleição de 2020. Mas mesmo com toda força administrativa, Bruno tem tido dificuldade para emplacar.

Dentro do grupo dos “netos boys” já tem gente defendendo que o prefeito tem que ter um plano b, e esse nome é o do secretário municipal de Promoção Social e Combate à Pobreza (Sempre) e deputado licenciado, Léo Prates (DEM).

Existe uma movimentação para Léo assumir a secretaria de saúde e ganhar mais visibilidade. Pelo jeito, o prazo de Bruno Reis é até dezembro, caso não se viabilize será vetado.

Por: Políticos do Sul.





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