Ilhéus é a 8ª pior cidade em geração de empregos

De emprego em julho, segundo os dados do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego do Ministério do Trabalho. No mês passado, Itabuna admitiu 578 pessoas, mas demitiu 765, gerando uma perda de vagas de trabalho de 187.
Com isso, o saldo deste ano ficou ainda pior do que já era, em -848 e no acumulado dos últimos 12 meses em -703. Ou seja, o desemprego está aumentando seu ritmo e hoje cresce mais depressa do que no ano passado.
Desde o início da gestão de Fernando Gomes o município vem perdendo a capacidade de gerar empregos e mesmo manter os conquistados até 2016, em especial na área de Serviços. Mas a gestão da vizinha Ilhéus, de Mário Alexandre Souza, não está melhor.
Em junho Ilhéus admitiu 330 pessoas, mas demitiu 431, resultando em um saldo de -101. Ele se somou aos maus resultados anteriores e o acumulado do ano subiu para -377. Já no total dos últimos 12 meses ele está em -68.
Bahia cria empregos
Assim como em Itabuna, o desemprego em Ilhéus está crescendo mais rápido. As duas cidades vão contra a tendência do estado, que continua gerando novas vagas de trabalho. Em Junho foram 1.672, fruto de 46.335 contratações e 44.663 demissões.
A capital criou apenas 178 deles e os restantes 1.608 foram gerados no interior. No ano, a Bahia abriu 23.545 empregos e no acumulado de 12 meses, 16.556. O grande destaque foram os serviços, criando 1.694 vagas.
A agropecuária veio em seguida com 661, depois a administração pública com 213, a extração mineral com 197, os serviços públicos com 132 e a indústria com 53. Os piores setores foram o comércio com -1.016 e a construção com -262.
Os melhores municípios em geração de emprego foram Barra do Choça (596), Luis Eduardo Magalhaes (442), Juazeiro (382), Dias D’Ávila (361) e Correntina (287). Já as piores são lideradas por Lauro de Freitas, com -586.
Depois ficaram Eunápolis (-441), Teixeira de Freitas (-233), Itabuna (-187) e Itamaraju (-128). Ilhéus foi a 8ª pior cidade em geração de empregos.
A REGIÃO










