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MPF recorre ao TRF5 para que Justiça obrigue governo federal a acionar plano de emergência contra desastre ambiental

POR: G1
O Ministério Público Federal formalizou, na manhã desta segunda-feira (28), no Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), um recurso da ação coletiva, ajuizada no dia 18 de outubro, para que o governo federal adote um plano de emergência sobre a situação das manchas de óleo em todos os nove estados da Região Nordeste, onde 249 locais já foram atingidos.
- Quase 900 toneladas de óleo já foram recolhidas do litoral sergipano, diz Adema
Segundo o MPF, o Plano Nacional de Contingência para Incidentes de Poluição por Óleo (PNC), que prepara o país para casos como o que afeta o litoral, não foi acionado e nem está em execução, conforme os termos da legislação.
“Não nos interessa o embate com a União. Já nos é penoso o desastre ambiental. Não podemos correr o risco desse desastre se tornar ainda mais grave”, disse o procurador da República em Sergipe Ramiro Rockenbach.
Ele ressaltou, ainda, a falta de transparência diante do que está sendo realizado, e a necessidade de seguir o que é cumprido no Plano.
Para a procuradora Lívia Tinôco, o derramamento de óleo está sendo tratado de forma improvisada. “O plano tem um modelo de atuação de crise. Para lidar com a crise não podemos nem devemos lidar com o improviso, quando na verdade o Plano foi estudando e elaborado durante anos, e se chegou a ele como a melhor forma de se lidar com crise de derramamento de óleo em águas brasileiras. A crise chegou e se instalou e é por isso, que precisa se estruturar o Plano de Contingência”, disse.
Segundo ela, o Comitê de Suporte deveria estar em atuação. “Deveríamos ter o Comitê de Suporte, que reuniria pessoas com expertise nas áreas pública e privada. É previsto que cada estado tenha um representante nesse comitê, que não foi formado. Nós não temos um nome de quem estaria nesse comitê”, completou.
Entre os deveres de quem seria o coordenador operacional do PNC e que, de acordo com o MPF, não estão sendo cumpridos, estão:
1 – Garantir, em ordem de prioridade, a segurança da vida humana, a proteção do meio ambiente e a integridade das propriedades e instalações ameaçadas ou atingidas pela descarga de óleo;
2 – Assegurar:
– O apoio logístico e as condições de trabalho adequadas para o pessoal envolvido nas ações de limpeza ambiental a proteção das áreas ecologicamente sensíveis;
– O resgate da fauna por pessoal treinado e seu transporte para centros de recuperação especializados; a adequação da coleta, do armazenamento, do transporte e da disposição dos resíduos gerados no incidente de poluição por óleo;
– O emprego das tecnologias e metodologias de resposta, em conformidade com a legislação;
3 – Efetuar relatório das ações de comunicação social e institucional realizadas, que conterá os registros de comunicação ao poluidor, às autoridades, às comunidades envolvidas e ao público em geral, sobre o andamento das operações e desdobramentos do incidente, e as ações de recuperação previstas para a área atingida.
O recurso é referente a uma ação ajuizada na Justiça Federal no último dia 18 de outubro. Para o MPF, a União está sendo omissa ao protelar medidas protetivas e não atuar de forma articulada no Nordeste, dada a gravidade do acidente e dos danos causados ao meio ambiente.
O documento destaca a responsabilidade, diretrizes e procedimentos para o governo responder a vazamentos de petróleo como foco em “minimizar danos ambientais e evitar prejuízos para a saúde pública”. A multa diária pedida, em caso de descumprimento, é de R$ 1 milhão.
A ação foi assinada pelos procuradores Ramiro Rockenbach e Lívia Tinôco (Sergipe), Raquel de Melo Teixeira (Alagoas), Vanessa Cristina Gomes Previtera Vicente (Bahia), Nilce Cunha Rodrigues (Ceará), Hilton Araújo de Melo (Maranhão), Antônio Edílio Magalhães Teixeira (Paraíba), Edson Virgínio Cavalcante Júnior (Pernambuco), Saulo Linhares da Rocha (Piauí) e Victor Mariz (Rio Grande do Norte).
O que diz a Advocacia-Geral da União (AGU)
O Plano Nacional de Contingência já está instaurado e os órgãos e unidades responsáveis pelo controle marinho e do meio ambiente, como Marinha e Ibama, entre outros, estão engajados nas atividades de limpeza, contenção e monitoramento das manchas de óleo.
A AGU acompanha todas as demandas judiciais envolvendo a questão, dando o suporte jurídico aos órgãos federais envolvidos.
Primeira ação do MPF sobre as manchas
Essa é a segunda ação pelo MPF no caso das manchas. Na primeira, ajuizada pela procuradoria em Sergipe na sexta-feira (11), o pedido era que que o Governo Federal tomasse medidas efetivas de proteção no litoral de Sergipe, em até 24 horas. No dia seguinte, um juiz federal substituto decidiu dar 48h para a União proteger a região, porém, a juíza titular, Telma Maria Santos Machado suspendeu a ação quatro dias depois e determinou novo prazo para comprovação de eficácia de barreiras contra óleo. Relatórios foram entregues à Justiça nesta quinta-feira (17) por órgãos ambientais.
Após análise do relatório técnico dos órgãos envolvidos no combate ao avanço das manchas de óleo no litoral sergipano, a juíza federal Telma Maria Santos Machado determinou, nesta sexta-feira (18), que a União e o Ibama devem ampliar o quantitativo de pessoal para limpeza das áreas afetadas. E que a utilização das barreiras será determinada de acordo com o comando dos órgãos que atuam no desastre ambiental.
Ficou determinado ainda, que a cada cinco dias seja apresentado a Justiça Federal a evolução do estudo e providências adotadas, para que o juízo possa avaliar ou não a aplicação de medidas impositivas. Além da manutenção do efetivo de pelo menos 120 pessoas para o monitoramento e limpeza dos locais, onde forem registradas as manchas. [O efetivo pode contar com 60 pessoas fixas e outras 60 que podem ser remanejadas para estados onde a situação seja mais grave].
Situação em Sergipe
Todas as 17 praias sergipanas foram afetadas e também apresentaram reaparecimento das manchas após serem limpas. O estado decretou situação de emergência no dia 5 de outubro, reconhecida pelo governo federal na segunda-feira (14) e publicada nesta terça-feira (15) no Diário Oficial da União (DOU).
Também na quinta-feira, o Departamento Estadual de Proteção e Defesa Civil da Secretaria de Estado da Inclusão Social (Depec/SEIT), encaminhou o Plano Detalhado de Resposta à Secretaria Nacional de Defesa Civil solicitando R$ 22 milhões para restabelecer a costa sergipana. O governo liberou R$ 2,5 milhões.
Reforço da contenção
Entre as medidas definidas nos relatórios pelos órgãos ambientais na quinta-feira, está a instalação de mil metros de boias em locais que ainda estão sendo analisados como prioridade. O material que deverá ser instalado em pontos estratégicos de Sergipe foi disponibilizado pela Petrobras. Um outro ponto discutido durante a reunião foi o risco da colocação de boias para a navegação nos rios do estado.

Polêmica sobre as barreiras
No último sábado (12), o governo sergipano iniciou, no rio Vaza-Barris, a instalação de barreiras alugadas pelo valor de quase R$ 7 mil por dia. A administração estadual esperava que a Petrobras pudesse enviar equipamento de proteção para conter a mancha, mas as barreiras de proteção não chegaram.
O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, que veio a Aracaju no dia 7 de outubro para avaliar a situação, afirmou, na segunda-feira (14) que iria cumprir a determinação da Justiça Federal e colocar as barreiras de contenção em rios de Sergipe, mas alegou que elas não seriam eficientes para conter as manchas de óleo. O Ibama seguiu a afirmação. Já a Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema), disse que a escolha pelo material ocorreu com avaliação técnica e que a eficácia é comprovada.
Análise das manchas
Na quarta-feira (16), Ricardo Salles, esteve no campus da Universidade Federal de Sergipe (UFS), no município de São Cristóvão (SE) onde se reuniu com o professor do Departamento de Química e coordenador do laboratório de Petróleo e Biomassa, Alberto Wisniewski Jr., responsável pela análise do óleo coletado nas praias do litoral sergipano.
“A opinião do que nós vimos aqui é a hipótese de que esse óleo dos barris tenha relação com o óleo encontrado nas diversas manchas encontradas no litoral. E que, portanto, dão mais um elemento para a investigação que está sendo muito bem feita pela Marinha do Brasil, sobre a origem desse fato que é o derramamento de óleo no litoral”, disse o ministro.
Luto! Morre ator e diretor da Globo Jorge Fernando

O diretor Jorge Fernando morreu neste domingo 27, aos 64 anos, no hospital Copa Star, em Copacabana, no Rio de Janeiro, vítima de um aneurisma.
O hospital Copa Star informou que o diretor deu entrada na tarde deste domingo 28, após passar mal, e morreu por volta das 20h depois de uma parada cardíaca.
HOMOFOBIA: ‘Me chamar de viado não é ofensa. Tomar 4 tiros sim’, diz homem baleado após dar beijo em outro rapaz em bar

O baiano que foi agredido e levou 4 tiros após trocar carícias e beijar a boca de outro homem em um bar da cidade de Camaçari (CLICA AQUI E RELEMBRE ), na região metropolitana de Salvador, comentou o caso nas redes sociais pela primeira vez nesta sexta-feira (25), cinco dias após o crime.
Em um texto com declarações fortes, Marcelo Macedo reforçou o medo que havia relatado em entrevista ao G1 na quinta-feira (24) e lamentou o fato de os três suspeitos do crime ainda estarem soltos e terem as identidades preservadas pela polícia durante as investigações.
“Não sei como será quando sair daqui. Temo pelos meus familiares. Estamos assustados em saber que quem atentou contra a minha vida está solto por aí, sua cara não está estampada em todos os jornais estando tão vulnerável como eu me encontro agora, botando a cabeça no travesseiro deitado na cama da sua casa e dormindo todos os dias tranquilamente”.
“Me chamar de ‘viado’ não é ofensa. Tomar 4 tiros sim. Uma dor irreparável, além de física, emocional e psicológica. Não sei como será de agora em diante, não sei se serei mais o mesmo. Esse medo que estou sentindo irei carregar até o fim dos meus dias. Só peço proteção para mim e toda a minha família. Orem por mim!”.
Na publicação, o baiano também fez um balanço do que tem vivido enquanto aguarda alta médica no Hospital Geral de Camaçari (HGC).

“Dormi e acordei em uma cama de hospital, e só sabia chorar, achei que tivesse morto e desfrutava do paraíso. Não lembrava de muita coisa. Ao abrir os olhos e me dar conta do que estava acontecendo, entrei em estado de choque, mas por incrível que pareça, o hospital é o meu lar agora, é o lugar onde me sinto seguro, protegido, em paz”.
“É difícil acreditar que as pessoas são agredidas tão cruelmente e de maneira tão covarde pelo simples fato de demonstrar afeto. É triste. Dói. Estou despedaçado. Eu amo a minha cidade, nasci e me criei aqui. Nem no meu pior pesadelo eu imaginei que um dia pudesse ser tão violentado. Ver a morte de perto é assustador. Nos paralisa”.O crime ocorreu na noite do último domingo (20). Antes do ataque começar, a vítima foi questionada “se não tinha vergonha de fazer isso na frente de pais de família”.
Marcelo Macedo levou um tiro no braço e três no abdômen. Após uma cirurgia, ele tem estado estável de saúde, mas não há previsão de alta.
O caso está sob investigação da Delegacia de Camaçari. Três homens, incluindo um policial militar, são suspeitos do crime. Os nomes deles não foram divulgados para, segundo a polícia, não atrapalhar as investigações.
Em nota divulgada na quinta-feira, a Polícia Civil informou que os três já foram ouvidos pela delegada Thais Siqueira, titular do município, porém não detalhou se eles foram detidos após o depoimento.
Segundo a Polícia Civil, o caso só será comentado pela delegada após o final das investigações.
Confira o relato de Marcelo completo:
Vivi um verdadeiro filme de terror nos últimos dias. Por isso quero iniciar agradecendo todos os meus amigos por me carregarem no colo. É difícil acreditar que as pessoas são agredidas tão cruelmente e de maneira tão covarde pelo simples fato de demonstrar afeto. É triste. Dói. Estou despedaçado. Eu amo a minha cidade, nasci e me criei aqui. Nem no meu pior pesadelo eu imaginei que um dia pudesse ser tão violentado. Ver a morte de perto é assustador. Nos paralisa. Sou jovem, tenho uma família, uma vida inteira pela frente e por um milagre de Deus hoje estou vivo, mas quase tive meus sonhos interrompidos de maneira tão vil. O que me dá força para escrever pra vocês é a gratidão pelos meus amigos, sem eles e sem a todos que me mandaram mensagens de carinho e afeto, não sei se conseguiria. Mas o que me encoraja também é o medo. Só quem já perdeu um familiar ou um amigo conhece essa dor, só quem já esteve de cara com a morte sabe o que estou falando e pode mensurar um pouco do que estou sentindo agora.
Dormi e acordei em uma cama de hospital, e só sabia chorar, achei que tivesse morto e desfrutava do paraíso. Não lembrava de muita coisa. Ao abrir os olhos e me dar conta do que estava acontecendo, entrei em estado de choque, mas por incrível que pareça, o hospital é o meu lar agora, é o lugar onde me sinto seguro, protegido, em paz. Não sei como será quando sair daqui. Temo pelos meus familiares. Estamos assustados em saber que quem atentou contra a minha vida está solto por aí, sua cara não está estampada em todos os jornais estando tão vulnerável como eu me encontro agora, botando a cabeça no travesseiro deitado na cama da sua casa e dormindo todos os dias tranquilamente. Me chamar de “viado” não é ofensa. Tomar 4 tiros sim. Uma dor irreparável, além de física, emocional e psicológica. Não sei como será de agora em diante, não sei se serei mais o mesmo. Esse medo que estou sentindo, irei carregar até o fim dos meus dias. Só peço proteção para mim e toda a minha família. Orem por mim!
MÚSICA: Cantor Rogério D’lucca, de Itacaré, se destaca no cenário “REGGAEIRO”

Rogério D’lucca cantor e compositor natural de Itacaré, Sul da Bahia, iniciou sua carreira há aproximadamente 20 anos. Começou como a maioria dos artistas de renome, cantando em barzinho fazendo voz e violão, mesmo tocando MPB, Rock e outros estilos o seu amor pelo Reggae raiz sempre falou mais alto, com o passar do tempo percebeu que era necessário se deixar levar pelo estilo que mais amava tocar e cantar.
Participou de alguns projetos musicais como cantor e baking vocal, viajou por algumas cidades no estado da Bahia, e dividiu palco com alguns artistas de reggae conceituados como: Inner Circler, Edson Gomes, Planta e Raiz, Jah e Ras, Tribo de Jah, Adão Negro, Sine Calmon e outros.
Em Dezembro de 2010, concluiu o seu primeiro trabalho solo intitulado “Conflitos”. Composto por 10 faixas de sua autoria, o disco contou ainda com a participação do MC Kung fu hustle em 2 faixas, tendo a música “Sistema Fracassado” e “Jah My” como os carros chefes. A partir daí, com o seu novo projeto, continuo participando de novos eventos e dividindo palco com outros artistas como: Banda Ponto de Equilíbrio, Nengo Vieira e Tribo de Abraão, entre outros.
No final de 2019 Rogério D’Lucca concluirá o seu mais novo álbum e iniciará as divulgações dos singles e Vídeo Clipes. Para conhecer melhor o seu trabalho, se inscreva no canal do YouTube e acesse também as plataformas digitais, Spotify, Deezer e Apple Music para baixar as canções.
ILHÉUS: Manchas de óleo atinge a Praia do Norte; estado tem 14 cidades contaminadas

POR: G1
As manchas de óleo que atingem o litoral do Nordeste chegaram à cidade de Ilhéus, no sul da Bahia, na manhã desta sexta-feira (25). Com isso, subiu para 14 o número de municípios baianos contaminados. O estado está em situação de emergência.
- Manchas de óleo no Nordeste: o que se sabe sobre o problema
Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico, Meio Ambiente e Urbanismo de Ilhéus, Jerbson Moraes, o local afetado na cidade é a Praia do Norte. Nas imagens enviadas ao G1 pelo secretário, é possível ver dezenas de manchas de óleo na areia.
De acordo com Jerbson Moraes, representantes da Marinha, Exército e Corpo de Bombeiros Militar do estado foram acionados por ele e estão à caminho do local, mas, até por volta das 9h, o trabalho de coleta do material ainda não tinha começado. Ainda não há estimativa da extensão da área atingida.
Além de Ilhéus, as outras cidades afetadas no estado são Salvador, Lauro de Freitas, Camaçari, Conde, Esplanada, Vera Cruz, Itaparica, Itacaré, Jandaíra, Entre Rios, Cairu, Maraú e Mata de São João. São quase 60 localidades contaminadas.

Segundo balanço das prefeituras, quase 300 toneladas já foram removidas dos locais afetados desde que o óleo chegou na Bahia, em 3 de outubro deste ano. O estado foi o último do Nordeste a ser atingido pelas manchas, que começaram a aparecer em setembro.
Destes municípios, Salvador (104,8 toneladas), Entre Rios (50 toneladas), Mata de São João (40 toneladas), Conde (25 toneladas) e Camaçari (20 toneladas) são os que mais tiveram óleo coletado até esta sexta-feira.
Na quinta-feira (24), pesquisadores da Universidade Federal da Bahia (UFBA) divulgaram que encontraram presença do óleo nos aparelhos digestivos e respiratórios de peixes e mariscos recolhidos em locais atingidos pela substância na região metropolitana de Salvador.
A UFBA recomendou que seja declarado estado de emergência em saúde pública na região por causa da contaminação de petróleo. Em um comunicado, a instituição defendeu portaria acionada em casos de “calamidade pública” e reforçou os riscos do contato com o benzeno, composto volátil e tóxico, liberado pelo óleo no meio ambiente.
A contaminação já gera prejuízos. A Bahia Pesca estima que cerca de 16 mil pescadores foram afetados, direta ou indiretamente, pelo derramamento de óleo em Salvador, Itaparica, Vera Cruz e praias do Litoral Norte, até a divisa com Sergipe.
Lista de localidades atingidas
Ilhéus (300 km – sul)
- Praia do Norte (praia)
Cairu (300 km – sul):
- Morro de São Paulo (2 e 3ª praias);
- Boipeba (praia);
- Garapuá (praia);
Maraú (250 km – baixo sul)
- Praia de Três Coqueiros (praia)
- Barra Grande (praia)
- Taipu de Fora (praia)
Itaparica (Ilha de Itaparica – RMS):
- Manguinhos (praia)
Vera Cruz (Ilha de Itaparica – RMS):
- Jaburu (praia)
- Barra Grande (praia)
- Barra do Pote (praia)
- Tairu (praia)
Salvador:
- Piatã (praia);
- Praia do Flamengo (praia);
- Jardim dos Namorados (praia);
- Jardim de Alah (praia);
- Praia de Placaford (praia);
- Buracão (praia);
- Ondina (praia);
- Pituba (praia);
- Boca do Rio (praia);
- Stella Maris (praia);
- Farol da Barra (praia);
Lauro de Freitas (cidade limítrofe – RMS):
- Ipitanga (praia);
- Vilas do Atlântico (praia);
- Rio São Joanes (rio);
Camaçari (47 km – RMS):
- Arembepe (praia);
- Guarajuba (praia);
- Itacimirim (praia e manguezal);
- Jauá (praia);
Mata de São João (61 km – RMS):
- Praia do Forte (praia);
- Imbassaí (praia e manguezal);
- Santo Antônio (praia);
- Costa do Sauípe (praia);
Entre Rios (142 km):
- Subaúma (praia);
- Porto de Sauípe (praia);
- Massarandupió (praia);
Esplanada (170 km):
- Baixio (praia);
- Mamucabo (praia);
- Rio Inhambupe (rio);
- Rio Subaúma (rio);
Conde (186 km):
- Barra da Siribinha (praia);
- Barra do Itariri (praia);
- Sítio do Conde (praia);
- Poças (praia);
Jandaíra (205 km):
- Coqueiro (praia);
- Mangue Seco (praia);
- Três Coqueiros (praia);
- Costa Azul (praia);
- Rio Itapicuru (rio);
- Rio Real (rio);
Itacaré (390 km – sul da BA):
- Tiririca (praia);
- Itacarezinho (praia);
- Maraú (250 km – sul da BA):
- Barra Grande (praia);
- Taipú de Fora (praia);
- Três Coqueiros (praia);
- Saquaíra (praia);
- Algodões (praia);
ILHÉUS: Projeto de cotas regionais, idealizado por CACÁ, será debatido pelo Consepe da UESC

CACÁ APRESENTOU O PROJETO NO ANO PASSADO NA UESC
ILHÉUS: Governo e instituições definem estratégias para prevenção do óleo no litoral Sul

O prefeito Mário Alexandre recebeu na tarde de quarta-feira (23), representantes de órgãos, secretarias municipais, entidades e organizações para definir as estratégias referentes à eventual chegada das manchas de óleo na costa de Ilhéus. O planejamento faz parte de uma série de ações vinculadas à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Meio Ambiente e Urbanismo (Semde).
Mário Alexandre destacou a importância das ações conjuntas realizadas, em especial entre o Município, Marinha e Corpo de Bombeiros.
“Ilhéus demonstra que possui união e preparo de pessoal. Somos referência na área preventiva e na capacitação dos voluntários. Não mediremos esforços dentro dessa coordenação. Já solicitei os Equipamentos de Proteção Individual para os nossos voluntários, e posso assegurar que estamos trabalhando diuturnamente, atentos e unidos em prol da prevenção da nossa costa”.
Segundo o comandante Giovani Andrade, delegado da Capitania dos Portos em Ilhéus, a Marinha do Brasil está vigilante e o trabalho desenvolvido é atuante e permanente.

“Algumas imagens que circulam trazem um alarde desnecessário à população. Porém o mais importante é não permitir que isso afete nosso trabalho. Essa reunião demonstra mais uma vez a responsabilidade dos órgãos envolvidos. Se óleo chegar à nossa costa estaremos capacitados para realizar a limpeza e o descarte adequado desse material”, afirmou.
Para Jerbson Moraes, titular da Semde, a reunião evidencia o comprometimento do Município frente a possíveis eventualidades. “Estamos preparados e atualizamos o prefeito sobre todas as ações desenvolvidas até o momento. Essa fase é de articulação para que consigamos os EPIs necessários. O trabalho é contínuo”, frisou.
Participaram da reunião, os secretários municipais, Fábio Manzi Junior (Cultura e Turismo); Rubenilton Silva (Desenvolvimento Social); superintendente do Meio Ambiente e Urbanismo, Joélia Sampaio; tenente-coronel Ednei Factum, comandante do 5º GBM de Ilhéus; Inema; Ibama; Companhia Independente de Polícia de Proteção Ambiental (CIPPA); Instituto Nossa Ilhéus (INI) e Grupo de Amigos da Praia (GAP).
ILHÉUS: DESTINO DO PRESÍDIO POR CACÁ COLCHÕES;” A ESTRADA DO SABER NÃO MERECE UM PRESÍDIO”

NOVO PRESÍDIO POR CACÁ COLCHÕES
SINEBAHIA: CONFIRA AS VAGAS DE EMPREGO DISPONÍVEIS NESTA QUARTA-FEIRA (23)

VAGAS DE EMPREGO PARA ESTÁ QUARTA-FEIRA
SINEBAHIA oferece vagas de empregos para está quarta-feira (23). Interessados devem se dirigir a unidade do SineBahia no SAC sala 14, situada à Rua Eustáquio Bastos, 308 Centro Ilhéus e/ou acessar o site empregabrasil.mte.gov.br, imprescindível portar CTPS, RG, CPF, comprovantes de residência e escolaridade.
TAPECEIRO
Ensino Fundamental Completo
Experiência mínima de 06 meses comprovada em carteira de trabalho
01 VAGA
MONTADOR DE MOVEIS
Ensino Fundamental Completo
Experiência mínima de 06 meses comprovada em carteira de trabalho
01 VAGA
CONFEITEIRO
Ensino Médio Incompleto
Experiência mínima de 06 meses comprovada em carteira de trabalho
01 VAGA
ENTREGADOR DE GÁS
Ensino Médio Incompleto
Experiência mínima de 06 meses na Função
Possuir conhecimento na área de vendas e CNH categoria A
Residir na Zona Sul de Ilhéus
01 VAGA
MANICURE
Ensino Fundamental Completo
Experiência mínima de 06 meses na Função
Residir nas proximidades do malhado
01 VAGA
CABELEIREIRA
Ensino Fundamental Completo
Experiência mínima de 06 meses na Função
Residir nas proximidades do Centro
01 VAGA
VENDEDOR EXTERNO
Ensino Médio Completo
Experiência mínima de 06 meses comprovada em carteira de trabalho
Possuir CNH categoria AB
01 VAGA
PIZZAIOLO
Ensino Fundamental Completo
Experiência mínima de 06 meses na Função
Apresentar carta de referência
01 VAGA
COZINHEIRO DE RESTAURANTE
Ensino médio completo
Experiência mínima de 06 meses comprovada em carteira de trabalho
Residir na mediações do centro
01 VAGA
AUXILIAR DE OPERADOR DE MÁQUINA
Ensino médio completo
Experiência mínima de 06 meses comprovada em carteira de trabalho
Possuir Curso de Mecânico, Eletroeletrônica, Mecatrônica ou Afins.
01 VAGA
SALVE NOSSO MAR: VEJA A LISTA DAS PRAIAS ATINGIDAS PELO ÓLEO
Veja a Lista de localidades atingidas
Itaparica (Ilha de Itaparica – RMS)
- Manguinhos (praia)
Vera Cruz (Ilha de Itaparica – RMS)
- Jaburu (praia)
- Barra Grande (praia)
- Barra do Pote (praia)
- Tairu (praia)
Salvador:
- Piatã (praia);
- Praia do Flamengo (praia);
- Jardim dos Namorados (praia);
- Jardim de Alah (praia);
- Praia de Placaford (praia);
- Buracão (praia);
- Ondina (praia);
- Pituba (praia);
- Boca do Rio (praia);
- Stella Maris (praia);
- Farol da Barra (praia);
Lauro de Freitas (cidade limítrofe – RMS):
- Ipitanga (praia);
- Vilas do Atlântico (praia);
- Rio Joanes (rio);
Camaçari (47 km – RMS):
- Arembepe (praia);
- Guarajuba (praia);
- Itacimirim (praia e manguezal);
- Jauá (praia);
Mata de São João (61 km – RMS):
- Praia do Forte (praia);
- Imbassaí (praia e manguezal);
- Santo Antônio (praia);
- Costa do Sauípe (praia);
Entre Rios (142 km):
- Subaúma (praia);
- Porto de Sauípe (praia);
- Massarandupió (praia);
Esplanada (170 km):
- Baixio (praia);
- Mamucabo (praia);
- Rio Inhambupe (rio);
- Rio Subaúma (rio);
Conde (186 km):
- Barra da Siribinha (praia);
- Barra do Itariri (praia);
- Sítio do Conde (praia);
- Poças (praia);
Jandaíra (205 km):
- Coqueiro (praia);
- Mangue Seco (praia);
- Três Coqueiros (praia);
- Costa Azul (praia);
- Rio Itapicuru (rio);
- Rio Real (rio);
Itacaré (390 km – sul da BA):
- Tiririca (praia);
- Itacarezinho (praia);
Cairu (300 km – baixo sul da BA)
- Morro de São Paulo (2 e 3ª praias);
- Boipeba (praia);
- Garapuá (praia);

O Governo Federal reconheceu situação de emergência em seis das 12 cidades atingidas da Bahia pelas manchas de óleo que atingem o litoral do nordeste brasileiro. O decreto reconhecendo a situação de foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (22).
Com o decreto da da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Regional, recurso federais serão liberados para as cidades que, até então, têm custeado a limpeza das praias.
Até segunda-feira (21), havia registro da substância nas cidades de Itacaré, Vera Cruz, Itaparica, Salvador, Jandaíra, Lauro de Freitas, Conde, Camaçari, Entre Rios, Esplanada e Mata de São João. Na manhã desta terça-feira (22), a cidade de Cairu também entrou na lista.
Por conta do problema, o Governo do Estado decretou estado de emergência. Todo o litoral do estado segue sob monitoramento. Representantes de órgãos ambientais, prefeituras, estado e outras entidades, que formam o Comando Unificado do Incidente, têm se reunido diariamente para fazer balanços e pensar soluções para o problema.












