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:: ‘eleições 2018’

ELEIÇÕES 2018: Dr. Cosme Araújo resgata otimismo dos ilheenses na política

A campanha do Dr. Cosme Araújo rumo a Câmara Federal tornou-se um dos assunto mais comentados na região sul da Bahia. Apoiadores dos mais variados seguimentos sociais estão se movimentando voluntariamente para o projeto de vitória do Defensor do Povo, levando ao cenário político baiano um olhar diferente perante a futura representatividade da região no Congresso Nacional.

Defensor do direito do povo há mais de 35 anos, Cosme Araújo, possui um histórico respeitado no mundo jurídico, devido a competência com que exerce sua profissão, na luta por tornar viável a todos os cidadãos a garantia do que a Constituição Federal Brasileira prevê.

“Posso não concordar com nenhuma palavra do que você diz mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-lo”, a celebre frase do filosofo francês, Voltaire, resume o significado do trabalho desenvolvido por Cosme Araújo, junto ao povo.

Em sua trajetória política não foi diferente. Há mais de 35 anos, Cosme Araújo, assumiu um perfil autentico dentro do cenário ilheense. Em seus quatro mandatos como vereador, buscou fazer valer a função de um representante da casa das leis, fiscalizar o governo, atuando como autor de projetos, requerimentos que atendiam os interesses do povo e denunciavam diretamente os erros das administrações corruptas da cidade.

Dono de uma personalidade ímpar, Cosme Araújo, é admirado pelos ilheenses e respeitado, inclusive pelos adversários políticos, que sabem reconhecer que Ilhéus, este ano, tem a grande chance de eleger um político capaz de resgatar a credibilidade da cidade perante o cenário nacional.

 

Primeira turma de fisioterapia noturno da Faculdade Madre Thais nono semestre adere nossa caminhada rumo ao Congresso Nacional.

Mais lideranças do Iguape-Ilhéus, aderem nossa caminhada ao Congresso Nacional. MARIKITO e vários jovens acreditam na Vitória.

Por: Caliana Mesquita

ELEIÇÕES 2018: Saiba quem são os candidatos a presidente

Com a convenção do PPL, que lançou hoje (5) João Goulart Filho como candidato à Presidência da República, 14 candidatos foram escolhidos pelas legendas para concorrer ao cargo de presidente da República. Segundo a legislação eleitoral, as chapas completas com os candidatos, vices, alianças ou coligações têm de ser oficializadas até esta segunda-feira (6).

Veja quem são os candidatos a presidente:

Álvaro Dias (Podemos)

O senador Álvaro Dias foi escolhido pelos convencionais do Podemos para ser candidato à Presidência da República. A candidatura do parlamentar pelo Paraná foi oficializada em Curitiba, durante convenção nacional do partido. Na primeira fala como candidato, Álvaro Dias anunciou que, se eleito, vai convidar o juiz federal Sérgio Moro para ser ministro da Justiça, e repetiu a promessa de “refundar a República”.

Ele vai compor chapa com o ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Paulo Rabello de Castro, cujo partido, o PSC, havia decidido lançar candidatura própria à Presidência, mas desistiu em favor de uma aliança com o Podemos. Além do PSC, fazem parte da coligação até agora os partidos PTC e PRP.

Cabo Daciolo (Patriota)

A convenção nacional do Patriota oficializou a candidatura do deputado federal Benevenuto Daciolo Fonseca dos Santos, o Cabo Daciolo. O evento ocorreu no município de Barrinha, no interior de São Paulo. O candidato foi escolhido por unanimidade. A candidata a vice escolhida foi Suelene Balduino Nascimento, do mesmo partido. Ela é pedagoga com 23 anos de experiência e atua na rede pública de ensino do Distrito Federal.

Daciolo defende mais investimentos em educação e segurança por considerar áreas essenciais para o crescimento do país. Em discurso durante a convenção, Daciolo se posicionou contrário à legalização do aborto e à ideologia de gênero.

Ciro Gomes (PDT)

O PDT confirmou no dia 20 de julho a candidatura de Ciro Gomes à Presidência da República, na convenção nacional que reuniu filiados do partido.

O partido ainda não definiu o candidato a vice-presidente. Esta é a terceira vez que Ciro Gomes será candidato à Presidência da República: em 1998 e 2002, ele concorreu pelo PPS. Natural de Pindamonhangaba (SP), construiu sua carreira política no Ceará, onde foi prefeito de Fortaleza, eleito em 1988, e governador do estado, eleito em 1990. Renunciou ao cargo de governador, em 1994, para assumir o Ministério da Fazenda, no governo Itamar Franco (1992-1994), por indicação do PSDB, seu partido na época. Ciro Gomes foi ministro da Integração Nacional de 2003 a 2006, no governo do ex-presidente Lula. Tem 60 anos e quatro filhos.

Geraldo Alckmin (PSDB)

Em convenção nacional realizada na capital federal, o PSDB confirmou a candidatura do presidente do partido e ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, à Presidência da República nas eleições de outubro. Dos 290 votantes, 288 aprovaram a candidatura de Alckmin. Houve um voto contra e uma abstenção. A senadora Ana Amélia (PP-RS) é a vice na chapa.

No primeiro discurso como candidato, Alckmin disse que quer ser presidente para unir o país e recuperar a “dignidade roubada” dos brasileiros. Ele defendeu a reforma política, a diminuição do tamanho do Estado e a simplificação tributária para destravar a economia.

Henrique Meirelles (MDB)

O MDB confirmou no dia 2 de agosto o nome do ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles como candidato à Presidência da República. Hoje, o partido informou que Germano Rigotto, ex-governador do Rio Grande do Sul, será o vice na chapa.

Henrique Meirelles destacou como prioridades investimentos em infraestrutura, para diminuir as distâncias no país, além de saúde e segurança pública. O presidenciável também prometeu reforçar o Bolsa Família. Para gerar empregos, Meirelles disse que pretende resgatar a política econômica, atrair investimentos e fazer as reformas para que o país cresça 4% ao ano.

Jair Bolsonaro (PSL)

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ), 63 anos, foi confirmado no dia 22 de julho como o candidato à Presidência da República nas eleições deste ano pelo PSL. A chapa ainda não tem vice.

Na convenção, Bolsonaro adiantou que, se eleito, quer excluir o ministério das Cidades e fundir pastas como Fazenda e Planejamento, assim como Agricultura e Meio Ambiente.

O candidato prometeu ainda privatizar estatais.

João Amoêdo (Partido Novo)

João Dionisio Amoêdo foi oficializado candidato à Presidência da República pelo Partido Novo durante convenção na capital paulista. O cientista político Christian Lohbauer foi escolhido como candidato à vice-presidente. Entre as principais propostas de Amoêdo estão equilibrar as contas públicas, acabar com privilégios de determinadas categorias profissionais, melhorar a educação básica e atuar fortemente na segurança. O presidenciável também é favorável à revisão do Estatuto do Desarmamento.

João Amoêdo disse que quer levar renovação à política e mudar o Brasil. O presidenciável defendeu a privatização de empresas estatais.

João Goulart Filho (PPL)

O PPL lançou hoje (5) João Goulart Filho como candidato à Presidência da República. Ele é filho do ex-presidente João Goulart, o Jango, que teve mandato presidencial, de 1961 a 1964, interrompido pela ditadura militar. É a primeira vez que João Goulart Filho concorre ao cargo.

O candidato a vice é Léo Alves, professor da Universidade Católica de Brasília. Algumas propostas do candidato são a redução drástica dos juros da dívida pública para dar condições ao Estado de investir no desenvolvimento social, o resgate da soberania, o controle das remessas de lucros das empresas estrangeiras e a revisão do conceito de segurança nacional.

José Maria Eymael (DC)

O partido Democracia Cristã (DC) confirmou no dia 28 de julho, durante convenção na capital paulista, a candidatura de José Maria Eymael à Presidência da República, nas eleições de outubro, e do pastor da Assembleia de Deus Helvio Costa como vice-presidente.

Na área econômica, as diretrizes gerais de governo do DC incluem política macroeconômica orientada para diminuição do custo do crédito ao setor produtivo, apoio e incentivo ao turismo e a valorização do agronegócio com ações de governo específicas, que ainda não foram divulgadas, e apoio aos pequenos e médios produtores rurais.

Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

A convenção nacional do PT escolheu, por aclamação, o nome de Luiz Inácio Lula da Silva para ser o candidato à Presidência da República. Não foi definido quem será o vice-presidente na chapa de Lula. O encontro também homologou o apoio do PCO e do PROS à candidatura do PT.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva está preso em Curitiba, desde 7 de abril, após ter sido condenado em segunda instância no caso do triplex de Guarujá. O ator Sérgio Mamberti leu uma carta escrita por Lula, onde ele afirmou que “querem fazer uma eleição presidencial de cartas marcadas, excluindo o nome que está à frente na preferência popular em todas as pesquisas”.

Manuela D’ Ávila (PCdoB)

A deputada estadual Manuela D’Ávila foi confirmada pelo PCdoB no dia 1º de agosto como candidata do partido à Presidência da República.

Depois de ter a candidatura lançada com apoio unânime dos delegados do partido, Manuela D’Ávila apresentou bandeiras como a da reforma da segurança pública, a justiça tributária, o combate às grandes corporações e a revogação da reforma trabalhista e da emenda constitucional que estabeleceu um teto para os gastos públicos por 20 anos. Ela criticou o “desemprego recorde”, a queda da massa salarial e a evasão de jovens de universidades e escolas técnicas.

Marina Silva (Rede)

A primeira convenção nacional da Rede Sustentabilidade confirmou, por aclamação, o nome Marina Silva como candidata da sigla à Presidência da República. O candidato à vice na chapa, o médico sanitarista, Eduardo Jorge, do Partido Verde (PV), também foi apresentado oficialmente no encontro.

A presidenciável prometeu uma campanha limpa, sem notícias falsas e sem destruir biografias. Se comprometeu com as reformas da Previdência, tributária e política, que acabe com a reeleição e incentive candidaturas independentes. Se eleita, Marina também disse que pretende fazer uma revisão dos “pontos draconianos” da reforma trabalhista que, segundo ela, seriam feitas a partir de um diálogo com o Congresso.

Vera Lúcia (PSTU)

Em convenção nacional, o PSTU oficializou no dia 20 de julho a candidatura de Vera Lúcia à Presidência da República e de Hertz Dias como vice na chapa. A escolha foi feita por aclamação pelos filiados ao partido presentes na quadra do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, na zona leste da capital paulista.

De acordo com Vera Lúcia, o plano de governo prevê reforma agrária, redução da jornada de trabalho sem redução de salário e um plano de obras públicas para atender as necessidades da classe trabalhadora.

O PSTU decidiu que não fará nenhuma coligação para a disputa presidencial, nem alianças nas eleições estaduais.

ELEIÇÕES 2018: Senadora Kátia Abreu será vice de Ciro Gomes

A senadora Kátia Abreu (PDT-TO) foi escolhida para ser vice na chapa do candidato à Presidência, Ciro Gomes. Ela tinha recebido o convite oficial do partido na última quinta-feira, quando foi chamada para uma reunião de emergência da campanha no Rio de Janeiro. O partido ainda tentava até o último minuto conquistar alianças para o projeto presidencial de Ciro, e nutria esperanças de que o PC do B pudesse aderir a Ciro e indicar Manuela D’Ávila para o posto.

— Fui convidada na quinta-feira, mas ainda estávamos lutando até o último minuto por alianças. Quando me chamaram eu disse que seria uma honra, e que tudo o que puder fazer para somar, estou dentro — disse Kátia ao GLOBO.

 

CONVENÇÃO ESTADUAL DO PDT CONFIRMA DR. COSME ARAÚJO COMO CANDIDATO A DEPUTADO FEDERAL

Na manhã deste sábado (04), foi aprovado na Convenção Estadual do PDT, na capital baiana, o nome do Dr. Cosme Araújo como candidato a Deputado Federal pela sigla.

O Defensor do Povo, como é conhecido, homologou oficialmente seu nome na ata do diretório do partido contando com o apoio e a força do presidente estadual do PDT, Felix Mendonça e de nomes de peso da política baiana, que estão fechados no apoio a Cosme Araújo rumo a Câmara dos Deputados.

“Um momento impar para a história política da nossa Bahia. Hoje inicia uma batalha cujo objetivo é resgatar a dignidade e a credibilidade do povo no nosso Brasil e na política brasileira”, disse Cosme Araújo que já está cotado como o nome mais forte, no sul da Bahia, para representar o estado no Congresso Nacional.

por Caliana Mesquita

Verdade: Saiba o motivo da reunião com José Ronaldo em Ilhéus

Essas entidades vem a publico informar que na última quinta-feira(26), foi realizado uma reunião realizada na sala de uma residência com espaço para não mais que 30 pessoas (lideranças políticas de Ilhéus),com o pré candidato ao governo da Bahia, José Ronaldo, que esteve na região para receber o título de cidadão itabunense e na oportunidade em Ilhéus, aceitou o convite e participou da reunião com as entidades que apresentaram alguns indicadores e problemas que se encontra a cidade de Ilhéus e Região, na pauta foram explicitados a irresponsabilidade do fechamento do Hospital Regional Luiz Viana Filho pela atual gestão PT e Rui Costa á discriminação sofrida pelos municípios que estão fora da órbita do município de Salvador onde se concentram todas as oportunidades relacionadas com o crescimento e desenvolvimento econômico social, bastando afirmar que o PIB de Salvador equivale ao somatório dos PIBs de 372 dos 417 municípios que constitui o Estado da Bahia, tomando-se por base a soma do município com menor PIB(Dom Macedo Costa) em escala ascendente constatar-se-a inclusão de 372 municípios para equivaler ao PIB de Salvador.

Por tanto em respeito as pessoas de bem, que são adeptas da verdade que entre tantas outras maldades como o fechamento do HGLVF propagam mentiras sendo esse o do governo PT.

Não vimos nos MICROblog’s que propagou as mentiras a cerca da reunião particular abraçar a defesa do Hospital Regional Luiz Viana Filho, nem trazer á público matérias de defesa de Ilhéus e Região.

Obrigado aos Senhores.

Sem holofotes e com mais ação: José Ronaldo participou de uma grande reunião em Ilhéus


Sem sensacionalismo nem holofotes hipócritas de quem enche um salão para promover simplesmente o volume de “marionetes” e “soldadinhos de chumbo” prontos para aplaudirem, sabe lá o que, o pre candidato a governador da Bahia, José Ronaldo, esteve em Ilhéus na última quinta-feira(26), e participou de uma valiosa reunião com cidadãos comprometidos com o futuro da cidade, cuja pauta não era nem o futuro governador, nem os futuros deputados, mas sim o futuro de Ilhéus e de toda região sul baiana.

A pauta? Saúde. O foco? as irregularidades em torno do fechamento do hospital Regional. A preocupação? Fazer com que o pre candidato a governador conhecesse de perto a realidade que assola a população ilheense e conta com o descaso e a irresponsabilidade da atual gestão.

Não havia casa cheia, porque o objetivo não era showmício… o que foi dito, não necessitaria palanque, nem picadeiro… apenas olhos humanos para reconhecer a dor de um povo, ouvidos sensíveis para ouvir as propostas inovadoras e reais de pessoas comprometidas com a cidade, e principalmente uma boca capaz de assimilar todas as informações e se comprometer com o esperado.

José Ronaldo em um encontro rápido e objetivo prometeu que se governador irá apurar as denúncias contra o fechamento do Regional, desde os funcionários nomeados após o fechamento da unidade até o paradeiro dos maquinários de raio x, ultrassom, tomografia, incluindo os contratos milionários que não foram apurados com precisão nem sequer isenção. E garantiu aos presentes a reabertura do Hospital Regional Luiz Viana Filho, levando as lagrimas enfermeiras e funcionários que viveram a realidade dos ilheenses por não terem direito à vida.

De fato não é com circo que se conquista mudanças, nem se vence eleições. O povo quer ser ouvido e respeitado para assim poder depositar nas urnas a sua confiança.

Por Caliana Mesquita

Eleições 2018: Saiba o que candidato e eleitor podem e não podem fazer durante o período de campanha

A partir do próximo dia 16, data em que estará liberada a propaganda eleitoral, conforme resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Caso contrário, estarão sujeitos a multas e até a cassação do mandato, no caso dos eleitos.

Em 7 de outubro, brasileiros vão às urnas escolher candidatos a presidente e vice-presidente da República, governador e vice-governador, senador, deputado federal e deputado estadual ou distrital. Onde houver segundo turno, a campanha nas ruas vai até 27 de outubro, na véspera da votação (28, domingo).

Veja abaixo um resumo do que podem e não podem fazer candidatos e eleitores durante a campanha eleitoral deste ano:

O que pode o candidato

  • Distribuir folhetos, adesivos e impressos, independentemente de autorização, sempre sob responsabilidade do partido, da coligação ou do candidato (o material gráfico deve conter CNPJ ou CPF do responsável pela confecção, quem a contratou e a tiragem);
  • Colar propaganda eleitoral no para-brisa traseiro do carro em adesivo microperfurado; em outras posições do veículo também é permitido usar adesivos, desde que não ultrapassem meio metro quadrado;
  • Usar bandeiras móveis em vias públicas, desde que não atrapalhem o trânsito de pessoas e veículos;
  • Usar em carreatas, caminhadas e passeatas ou durante reuniões e comícios alto-falantes, amplificadores, carros de som e minitrios entre 8h e 22h, desde que estejam a, no mínimo, 200 metros de distância de repartições públicas, hospitais, escolas, bibliotecas, igrejas e teatros.
  • Realizar comícios entre 8h e 24h, inclusive com uso de trios elétricos em local fixo, que poderão tocar somente jingle de campanha e emitir discursos políticos;
  • Fixar propaganda em papel ou adesivo com tamanho de até meio metro quadrado em bens particulares, desde que com autorização espontânea e gratuita do proprietário;
  • Pagar por até 10 anúncios em jornal ou revista, em tamanho limitado e em datas diversas, desde que informe, na própria publicidade, o valor pago pela inserção;
  • Arrecadar recursos para a campanha por meio de financiamento coletivo (crowdfunding ou vaquinha virtual)
  • Fazer propaganda na internet, desde que gratuita e publicada em site oficial do candidato, do partido ou da coligação hospedados no Brasil ou em blogs e redes sociais;
  • Promover o impulsionamento de conteúdo na internet (post pago em redes sociais), desde que identificado como tal e contratado exclusivamente por partidos políticos, coligações e candidatos e seus representantes, devendo conter o CNPJ ou CPF do responsável e a expressão “Propaganda Eleitoral”;
  • Fazer propaganda em blogs, redes sociais e sites de mensagens instantâneas com conteúdo produzido ou editado por candidato, partido ou coligação;
  • Usar ferramentas para garantir posições de destaque nas páginas de respostas dos grandes buscadores;
  • Enviar mensagens eletrônicas, desde que disponibilizem opção para descadastramento do destinatário, que deverá ser feito em até 48 horas.

O que não pode o candidato

  • Fixar propaganda em bens públicos, postes, placas de trânsito, outdoors, viadutos, passarelas, pontes, paradas de ônibus, árvores, inclusive com pichação, tinta, placas, faixas, cavaletes e bonecos;
  • Fazer propaganda em bens particulares por meio de inscrição ou pintura em fachadas, muros ou paredes;
  • Jogar ou autorizar o derrame de propaganda no local de votação ou nas vias próximas, mesmo na véspera da eleição;
  • Fazer showmício com apresentação de artistas, mesmo sem remuneração. Cantores, atores ou apresentadores que forem candidatos não poderão fazer campanha em suas atrações;
  • Fazer propaganda ou pedir votos por meio de telemarketing;
  • Confeccionar, utilizar e distribuir camisetas, chaveiros, bonés, canetas, brindes, cestas básicas, bens ou materiais que proporcionem vantagem ao eleitor;
  • Pagar por propaganda na internet, exceto o impulsionamento de publicações em redes sociais;
  • Publicar propaganda na internet em sites de empresas ou outras pessoas jurídicas, bem como de órgãos públicos;
  • Fazer propaganda na internet, atribuindo indevidamente sua autoria a outra pessoa, candidato, partido ou coligação;
  • Usar dispositivos ou programas como robôs, conhecidos por distorcer a repercussão de conteúdo;
  • Usar recurso de impulsionamento somente com a finalidade de promoção ou benefício dos próprios candidatos ou suas agremiações e para denegrir a imagem de outros candidatos;
  • Fazer propaganda eleitoral em sites oficiais ou hospedados por órgãos da administração pública (da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios);
  • Agredir e atacar a honra de candidatos na internet e nas redes sociais, bem como divulgar fatos sabidamente inverídicos sobre adversários;
  • Ao fazer divulgação do financiamento coletivo (crowdfunding ou vaquinha virtual) para arrecadação de recursos de campanha, os candidatos estão proibidos de pedir votos;
  • Veicular propaganda no rádio ou na TV paga e fora do horário gratuito, bem como usar a propaganda para promover marca ou produto;
  • Degradar ou ridicularizar candidatos, usar montagens, trucagens, computação gráfica, desenhos animados e efeitos especiais no rádio e na TV;
  • Fazer propaganda de guerra, violência, subversão do regime, com preconceitos de raça ou classe, que instigue a desobediência à lei ou que desrespeite símbolos nacionais.
  • Usar símbolos, frases ou imagens associadas ou semelhantes às empregadas por órgão de governo, empresa pública ou estatal;
  • Inutilizar, alterar ou perturbar qualquer forma de propaganda devidamente realizada ou impedir propaganda devidamente realizada por outro candidato.

O que pode o eleitor

  • Participar livremente da campanha eleitoral, respeitando as regras sobre propaganda nas ruas e na internet aplicadas aos candidatos;
  • Apoiar candidato com gastos de até R$ 1.064,10, com emissão de comprovante da despesa em nome do eleitor (bens e serviços entregues caracterizam doação, limitada a 10% da renda no ano anterior);
  • Fazer doações acima de R$ 1.064,10 apenas mediante transferênciaeletrônica (TED) da conta bancária do doador direto para a conta bancária do candidato beneficiado;
  • Fazer doações para candidatos por meio de sites habilitados pela Justiça Eleitoral para realizar financiamento coletivo (crowdfunding ou vaquinha virtual);
  • Ceder uso de bens móveis ou imóveis de sua propriedade, com valor estimado de até R$ 40 mil;
  • Prestar serviços gratuitamente para a campanha;
  • No dia da votação, é permitida só manifestação individual e silenciosa da preferência pelo partido ou candidato, com uso somente de bandeiras, broches, dísticos e adesivos;
  • Manifestar pensamento, mas sem anonimato, inclusive na internet.

O que não pode o eleitor

  • Trocar voto por dinheiro, material de construção, cestas básicas, atendimento médico, cirurgia, emprego ou qualquer outro favor ou bem;
  • Cobrar pela fixação de propagandaem seus bens móveis ou imóveis;
  • Dar, oferecer, prometer, solicitar ou receber, para si ou outra pessoa, dinheiro, dádiva ou qualquer vantagem, para obter ou dar voto, conseguir ou prometer abstenção, ainda que a oferta não seja aceita;
  • Fazer doação para campanha com moedas virtuais;
  • Se servidor público, trabalhar na campanha eleitoral durante o horário de expediente;
  • Inutilizar, alterar, impedir ou perturbar meio lícito de propaganda eleitoral;
  • Degradar ou ridicularizar candidato por qualquer meio, ofendendo sua honra.
  • Fazer boca de urna no dia da eleição, ou seja, divulgar propaganda de partidos ou candidatos




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