:: ‘HIV’
Lauro de Freitas: Autoteste de HIV é disponibilizado gratuitamente pelas Unidades de Saúde e CTA

A partir de agora as 16 Unidades de Saúde da Família (USF) e Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA/SAE) de Lauro de Freitas distribuirão autoteste para a detecção do HIV. O exame é gratuito, seguro e permite ao paciente resultado em até 20 minutos além de poder ser realizado aonde e quando a pessoa quiser.
De acordo com o coordenador do programa municipal IST/HIV/ AIDS e Hepatites Virais, o teste é feito a partir da coleta de uma gota de sangue com a efetividade de até 99,9%. “Esse exame é indicado para uso doméstico, como um autoteste de triagem inicial, conseguindo detectar a presença do vírus HIV (tipo 1 e 2), além de agentes causadores da Aids”, disse.
Na caixa do autoteste contém manual de instrução, lanceta automática estéril, dispositivo de coleta de amostra, curativo adesivo e sachê com álcool. “Os usuários com resultado positivo no autoteste, devem refazer o exame desta vez no CTA. As orientações são passadas no momento da retirada do autoteste. Se tiver dúvidas na hora da realização do autoexame para HIV, a pessoa pode ligar a qualquer hora para 0800 887-1589 ou 136, ou contatar o CTA através do telefone 3369- 9940”, informou Franklin.
Cada pessoa, munida de documento com foto, pode retirar até dois autotestes por mês. O exame é fácil e rápido, semelhante a um teste de glicemia. O usuário coleta uma pequena amostra de sangue da ponta do dedo, com a lanceta estéril fornecida na caixa e aguarda de 10 a 20 minutos. No resultado negativo, apenas uma linha colorida aparecerá na janela do dispositivo. Em caso positivo, duas linhas coloridas aparecerão.
Erro de gestão: Crivella deixa Rio de Janeiro sem remédios de HIV

A gestão Crivella foi denunciada inúmeras vezes nos últimos dias ao Grupo Pela VIDDA. Acontece que remédios para o tratamento de HIV estão em falta na saúde pública da cidade pela primeira vez desde a década de 90.
A distribuição do medicamento é vital, uma vez que sem ele, soropositivos podem ter queda de imunidade, consequente desenvolvimento de AIDS (e aí sim, correr risco de morte!), além de colocar todo restante da população em risco, uma vez que quem se medica não transmite o vírus a outras pessoas.
Segundo publicado pela Revista Forum, a maioria dos casos denunciados de falta do medicamento são dos bairros do Catete, Copacabana e Gávea, na zona sul carioca.
Cobrada, a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro informou que haverá um plantão na farmácia do Centro Municipal Dom Hélder Câmara, em Botafogo, e que os pacientes devem regressar às unidades para serem orientados sobre a retirada da medicação.
A Secretaria também justificou o erro de gestão que levou à falta do retroviral, alegando problemas durante a transição de sistemas em alguns postos, já que a Prefeitura assumiu, nesta semana, o controle de 75 unidades que estavam sendo administrados pela organização Viva Rio desde 2014, e prometeu que “as dificuldades não serão encontradas a partir de agora”.

Fonte de Informação: site Põe na Roda

Também conforme lembrou a reportagem da Revista Forum, o presidente Bolsonaro, aliado de Crivella, afirmou no início do mês em uma declaração lamentável e preconceituosa, que “pessoas com HIV são uma despesa para o Brasil”.
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