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Ministério Público pede anulação da eleição para o Conselho Tutelar

POR: G1

O Ministério Público (MP) do Rio de Janeiro pediu na Justiça a anulação da votação para o Conselho Tutelar de Niterói, na Região Metropolitana. A 1ª e a 2ª Promotorias de Justiça da Infância e da Juventude defendem que um novo pleito seja realizado.

Uma ação civil pública enviada na última terça-feira (15) enumera “uma série de irregularidades”.

Segundo o MP, a Prefeitura de Niterói atrasou a avaliação psicológica dos candidatos, “uma das fases indispensáveis do processo”.

Os promotores lembram na ação que, somente após ordem judicial, o município deu início à avaliação. “O cronograma desta etapa, iniciado em 17 de setembro e finalizado no dia 30 de setembro, adentrou o prazo estabelecido para a propaganda oficial dos candidatos”, destacam.

Seção trocada

O documento cita também a transferência, “à revelia da Comissão Eleitoral”, de seções eleitorais na antevéspera do pleito. O MP afirma que uma “publicação apócrifa” em um jornal local informava que uma igreja receberia os eleitores inicialmente alocados em um colégio.

“Após ter negado a intenção de incluir o novo local de votação, a Comissão Eleitoral comunicou ao MPRJ, a apenas 48h antes da eleição, que a paróquia seria, realmente, o novo local”, diz a nota.

Foram constatadas ainda, entre outras situações: manipulação indevida dos documentos de votação, falta de divulgação quanto aos locais de votação e de acessibilidade nas seções eleitorais, além de problemas de infraestrutura em seções e no local onde ocorreu a apuração.

O que diz a prefeitura

Em nota, a Prefeitura de Niterói afirmou ter aberto um procedimento administrativo para apurar o processo e a autuação da empresa contratada para realizar a eleição.

O município informou ainda que não houve contestação dos votos considerados válidos, que estavam de acordo com o boletim de urna.

No Rio, 12 impugnados

No Rio, outras três candidaturas foram impugnadas nesta quarta-feira, elevando para 12 os candidatos retirados do processo.

Nas eleições do dia 6, no Rio, surgiram reclamações de gente que não conseguiu votar e denúncias variadas. De boca de urna a “open bar” a eleitores e conselheira que se candidatou para dois municípios diferentes. Em todo o estado, o MP-RJ recebeu 113 denúncias de irregularidades no dia da eleição.

Outras cidades

Em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, e em Comendador Levy Gasparian, no Sul Fluminense, a votação também foi anulada pelo Ministério Público.

Em Comendador Levy Gasparian, uma das irregularidades foi a não exigência de documentos para votação e falta de lista de eleitores. Uma nova eleição foi marcada para o dia 20.

Já em Nova Iguaçu, quatro candidatos tiveram a candidatura impugnada e os votos manuais do bairro Vila de Cava foram anulados. Todos os impugnados ainda podem recorrer da decisão.

Homem que matava motoristas de Uber no Rio se entrega na Bahia

Deviano Fernandes Lima, acusado de assaltar e matar motoristas do Uber, no Rio de Janeiro, se entregou, na manhã deste sábado (8), à Polícia Militar da Bahia. O fugitivo, integrante da lista de mais procurados, se apresentou a uma equipe da 77ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM/Vitória da Conquista).

A SSP do RJ chegou a oferecer recompensa de R$ 5 mil por informações que levassem à prisão de Deviano. Depois da prisão, ele foi conduzido até o Distrito Integrado de Segurança Pública (Disep) de Vitória da Conquista onde prestou depoimento e informou que fugiu para outro estado, acreditando que poderia responder ao inquérito fora do Rio.

Como Deviano não cometeu crime na Bahia e possuí mandado em aberto no RJ, está à disposição para ser remanejado.





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