WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia



prefeitura de ilheus prefeitura de ilheus



setembro 2026
D S T Q Q S S
 12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
27282930  
videos


LGBT: Ativistas em Botsuana celebram descriminalização da homossexualidade

Faz duas semanas que ser gay ou lésbica não é mais crime em Botsuana.

No dia 11 de junho, o país tornou-se o segundo no continente africano a descriminalizar, neste ano, a homossexualidade (o vizinho ao norte, Angola, foi o primeiro).

Trechos dos artigos 164, 165 e 167 do Código Penal botsuanês foram eliminados — e, junto com eles, a pena de até 7 anos de prisão prevista no texto.

“Essa foi uma vitória tão grande para todos nós da comunidade LGBT”, diz Carmelo Yoko, artista e fotógrafa que mora em Tonota, uma pequena vila perto de Francistown, a segunda maior cidade de Botsuana.

Desde então, diz Carmelo, tudo está mais ou menos como sempre foi: tranquilo. O país, de 2,25 milhões de habitantes, tem uma cultura pacífica, cenário diferente da vizinha África do Sul, dizem ativistas.

Botsuana descriminalizou a homossexualidade em 11 de junho. — Foto: Rodrigo Sanches/G1Botsuana descriminalizou a homossexualidade em 11 de junho. — Foto: Rodrigo Sanches/G1

Botsuana descriminalizou a homossexualidade em 11 de junho. — Foto: Rodrigo Sanches/G1

Uma das maiores mudanças é que a descriminalização deve vir como uma forte mensagem à comunidade de Botsuana de que gays e lésbicas não podem ser ridicularizados ou perseguidos: é nisso que acredita Caine Youngman, ativista de direitos humanos em Gaborone, capital de Botsuana.

Acessar serviços de saúde também deve ficar mais fácil para a população LGBT: em alguns casos, relata Youngman, profissionais abriam escrituras da Bíblia, ridicularizavam ou tinham medo de oferecer ajuda, por temerem perseguição por auxiliar essas pessoas a irem contra a lei.

Além de ter o acesso a esses serviços dificultado, o ativista explica que muitos LGBTs sofriam violência doméstica em silêncio ou aceitavam chantagens porque não podiam ir à polícia, já que estar em relações com uma pessoa do mesmo sexo era crime. Outros faltavam às aulas ou deixavam a escola por causa de bullying, tornavam-se um fardo para a família e acabavam sem ter para onde ir, voltando-se à prostituição.

O ativista pelos direitos humanos em Botsuana Caine Youngman — Foto: Arquivo pessoalO ativista pelos direitos humanos em Botsuana Caine Youngman — Foto: Arquivo pessoal

O ativista pelos direitos humanos em Botsuana Caine Youngman — Foto: Arquivo pessoal

“[A mudança] também é um recado de que, se você acredita que está certo, pode ir ao tribunal, e a justiça vai prevalecer. [A decisão] nos dá fé e esperança no sistema judicial de Botsuana”, diz Youngman, que é gay e trabalha na ONG Legabibo, voltada para os direitos de lésbicas, gays e bissexuais de Botsuana e que só foi legalizada definitivamente em 2016.

Herança colonial

Os artigos do código penal de Botsuana que criminalizavam a homossexualidade são uma herança colonial. Entre 1885 e 1966, o país foi protetorado britânico e se chamava Bechuanaland. A própria Inglaterra já havia estabelecido, em 1533, que relações sexuais entre homens eram passíveis de morte.

O texto botsuanês não bania, explicitamente, relações entre pessoas do mesmo sexo, mas, sim, “ter conhecimento carnal de qualquer pessoa contra a ordem da natureza” ou tentar fazê-lo. Também proibia que “qualquer pessoa, em público ou privado, cometa qualquer ato de indecência com outra pessoa”. A palavra “privado” foi removida da legislação.

Apesar de não citar a homossexualidade, a norma só era aplicada, na prática, a casais gays, diz Youngman — Foto: Arquivo pessoalApesar de não citar a homossexualidade, a norma só era aplicada, na prática, a casais gays, diz Youngman — Foto: Arquivo pessoal

Apesar de não citar a homossexualidade, a norma só era aplicada, na prática, a casais gays, diz Youngman — Foto: Arquivo pessoal

Apesar de não citar a homossexualidade, a norma só era aplicada, na prática, a casais gays, diz Youngman. Segundo o ativista, a última condenação pela lei foi em 2016, mas o homem que foi preso ficou na cadeia por apenas alguns meses. Ele foi contemplado com um perdão governamental distribuído a várias pessoas quando o país completou 50 anos de independência.

Mesmo assim, ficou com o registro na ficha. Ele não fala sobre o caso, segundo Youngman. E não é o único.

“As pessoas têm medo do tribunal, da mídia. Elas têm medo que, se esses casos se tornarem grandes, não consigam achar um emprego depois. Algumas delas não são assumidas. Elas optam por cumprir a pena [de até 7 anos]”, explica.

Em 2010, o país aprovou uma emenda às leis trabalhistas que proibiu demissões por causa de orientação sexual ou estado de saúde, inclusive quanto a ter ou não o vírus HIV.

Juiz contra a marginalização de minorias

Pessoas assistem ao julgamento da decisão que descriminalizou a homossexualidade em Botsuana no dia 11 de junho — Foto: Associated PressPessoas assistem ao julgamento da decisão que descriminalizou a homossexualidade em Botsuana no dia 11 de junho — Foto: Associated Press

Pessoas assistem ao julgamento da decisão que descriminalizou a homossexualidade em Botsuana no dia 11 de junho — Foto: Associated Press

No dia 11, o juiz Michael Leburu, um dos que assinaram a decisão, declarou que “a dignidade humana é prejudicada quando grupos minoritários são marginalizados”.

Ele e outros dois colegas afirmaram, na sentença, que criminalizar relações sexuais entre adultos do mesmo sexo “perpetua o estigma e a vergonha contra homossexuais e os torna reclusos e isolados. As minorias, que são vistas pela maioria como desviantes ou párias, não devem ser excluídas ou ostracizadas. A discriminação não tem lugar neste mundo”.

A sentença foi comemorada no Twitter sob a hashtag #revoguem164, uma referência a um dos artigos que foram modificados. Youngman espera que a decisão contribua para reverter outras no continente africano, inclusive uma recente no Quênia que foi no sentido contrário e manteve a homossexualidade como crime.

Em Botsuana, mesmo com a mudança, o clima ainda é de cautela, dizem os ativistas.

Laone van Vuuren é formado em relações públicas e administra um serviço de bufê em Gaborone, Botsuana — Foto: Arquivo pessoalLaone van Vuuren é formado em relações públicas e administra um serviço de bufê em Gaborone, Botsuana — Foto: Arquivo pessoal

Laone van Vuuren é formado em relações públicas e administra um serviço de bufê em Gaborone, Botsuana — Foto: Arquivo pessoal

“Eu não diria que as pessoas têm medo de sofrer crimes de ódio, mas estamos cautelosos”, afirma Laone van Vuuren, que é formado em relações públicas, é gay e administra um serviço de bufê em Gaborone.

“Nós somos, de forma geral, uma sociedade conservadora, então nem casais hétero demonstram afeto em público com frequência. Não é comum, em Botsuana, ver casais se beijando na rua, sejam LGBT ou não”, afirma.

“Eu acho que o sentimento geral é de euforia e triunfo para a comunidade LGBT, assim como de apoio para as pessoas não-LGBT em Botsuana que acreditam na proteção de direitos humanos em todo o país”, diz Laone.

Ativistas pelos direitos LGBT comemoram decisão da Suprema Corte em Gaborone, Botsuana, no dia 11 de junho — Foto: Associated PressAtivistas pelos direitos LGBT comemoram decisão da Suprema Corte em Gaborone, Botsuana, no dia 11 de junho — Foto: Associated Press

Ativistas pelos direitos LGBT comemoram decisão da Suprema Corte em Gaborone, Botsuana, no dia 11 de junho — Foto: Associated Press

Mas nem todos estão satisfeitos com a decisão. Por ser um país cristão, explica o ativista, há reações contrárias. Segundo levantamento do Pew Research Center, de 2010, 64% da população do país é protestante, e 22%, católica.

Youngman, que cresceu em uma família católica, também acredita que a religião é um dos fatores que contribuem para o preconceito contra a população LGBT em Botsuana. O ativista da Legabibo relata que foi a diversas igrejas para tentar harmonizar sexualidade e fé.

“As igrejas tentavam me fazer mudar, elas fazem você acreditar que isso é possível. Mas, à medida que eu crescia, esses sentimentos ficaram mais fortes, e eu decidi me aceitar”.

Foi a partir dali que ele começou a se dedicar a defender os direitos humanos no país. “Eu não queria que outras pessoas passassem pelo que eu passei”, diz.

A família, por outro lado, aceitou bem saber que ele é gay. Quando veio a público com sua sexualidade, relata Youngman, ele era um dos poucos homens abertamente gays no país, e vários LGBTs o procuravam em busca de ajuda. O ativista acabava abrigando pessoas na casa onde morava, na época, com a mãe.

Pessoas comemoram mudança na lei de Botsuana que descriminalizou a homossexualidade no país no dia 11 de junho — Foto: Associated PressPessoas comemoram mudança na lei de Botsuana que descriminalizou a homossexualidade no país no dia 11 de junho — Foto: Associated Press

Pessoas comemoram mudança na lei de Botsuana que descriminalizou a homossexualidade no país no dia 11 de junho — Foto: Associated Press

Entre as dificuldades enfrentadas pela população LGBT do país está, por exemplo, a mudança de gênero em documentos oficiais de pessoas trans, o que pode dificultar oportunidades de emprego ou que elas viajem para fora do país.

Em uma decisão histórica do tipo, de outubro de 2017, a Suprema Corte de Botsuana permitiu a um homem trans botsuanês mudar de gênero nos documentos, depois de uma batalha judicial que durou 10 anos, segundo a agência de notícias Reuters.

Já os atos de violência costumam acontecer com mais frequência em lugares isolados, relata Youngman. “As pessoas não são de criar confronto, elas evitam dizer coisas na sua cara”, diz.

Apesar de serem incomuns, segundo os ativistas, incidentes em que há violência física também ocorrem. Em novembro do ano passado, uma mulher trans foi agredida na porta de uma boate em Gaborone, em público, e a ação foi filmada e postada em redes sociais.

Carmelo Yoko é fotógrafa e artista em uma pequena vila perto de Francistown, segunda maior cidade de Botsuana — Foto: Arquivo pessoal/SetabaneCarmelo Yoko é fotógrafa e artista em uma pequena vila perto de Francistown, segunda maior cidade de Botsuana — Foto: Arquivo pessoal/Setabane

Carmelo Yoko é fotógrafa e artista em uma pequena vila perto de Francistown, segunda maior cidade de Botsuana — Foto: Arquivo pessoal/Setabane

“Em Botsuana, a violência tende a ser mais verbal do que física, como no Facebook ou no rádio”, diz Carmelo Yoko, que é lésbica. “O estupro corretivo, por exemplo, acontece aqui às vezes também, mas não é tão comum quanto na África do Sul”, diz a artista.

O termo “estupro corretivo” é usado quando o crime é cometido com o objetivo de controlar o comportamento social ou sexual da vítima.

Para Carmelo, ainda é cedo para dizer se a situação no país melhorou ou piorou. “O que posso dizer é que, até agora, não há muita diferença. Somos, agora… bom, acho que não somos ilegais — não somos mais criminosos. Mas isso é só um passo na direção certa”, ressalva.

Mesmo com a descriminalização em Botsuana, a homossexualidade continua sendo crime em 32 dos 54 países da África. Em 4 deles — Mauritânia, norte da NigériaSomália Sudão — é passível de morte, segundo levantamento da Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Trans e Intersexo.

Ser gay ainda é crime em 32 dos 54 países da África, mesmo após a descriminalização em Botsuana — Foto: Juliane Monteiro/G1Ser gay ainda é crime em 32 dos 54 países da África, mesmo após a descriminalização em Botsuana — Foto: Juliane Monteiro/G1

Ser gay ainda é crime em 32 dos 54 países da África, mesmo após a descriminalização em Botsuana — Foto: Juliane Monteiro/G1

No Egito, apesar de a homossexualidade não estar prevista em lei como crime, é considerada assim “de fato”.

No continente africano, o único país que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo e lhes dá garantias constitucionais é a África do Sul, onde a legislação foi aprovada em 2006.

FONTE: G1

INSTAGRAM: Função que permite colocar música nos stories chega ao Brasil

Já viu aquele amigo que está no exterior colocar músicas nas stories do Instagram e não conseguiu ouvir porque a função não estava disponível por aqui? Esse problema ficou no passado. A partir desta terça-feira (25) o Facebook, que é dono do Instagram, traz para o Brasil todos os produtos musicais das plataformas da rede social.

Agora será possível adicionar músicas aos stories de Facebook e Instagram, além de colocar uma nova seção só com músicas no perfil do Facebook. Também será possível fazer dublagens de canções (função chamada de lipsync em inglês) em transmissões ao vivo na rede social.

Para adicionar uma música a um story, um novo sticker será adicionado como opção aos usuários brasileiros no Facebook e no Instagram. Quando uma canção for escolhida, é possível escolher o trecho que vai tocar para os seguidores e, se a música tiver letras disponíveis no Instagram, elas aparecerão na tela.

A função de música nos stories foi anunciada em junho do ano passado no Instagram e em outubro no Facebook.

“Além das licenças de gravadoras internacionais já disponíveis, fizemos parcerias com gravadoras, distribuidoras, editoras e sociedades que representam compositores locais para garantir que as músicas que as pessoas mais gostam no Brasil pudessem ser adicionadas às publicações”, disse Álvaro de Torres, que lidera o setor de desenvolvimento de negócios e parcerias musicais para o Facebook na América Latina.

Famosos: Marília Mendonça foi pega de surpresa por gravidez não planejada. Saiba mais!

A cantora parou de tomar anticoncepcionais a pedido médico antes de se submeter a uma cirurgia estética e acabou engravidando sem planejar. Apesar do susto, Marília Mendonça já afirmou que agora é a ‘mulher mais feliz do mundo’. Marília e Murilo já se conhecem há mais de um ano, mas só oficializaram a relação publicamente há pouco mais de um mês. Por causa da gestação, a artista garantiu que já parou de beber.

Marília Mendonça abandonou o cigarro e encarou dieta e exercícios físicos em busca de uma vida mais saudável. O resultado foram cerca de vinte quilos a menos na balança. Para mudar de vez o shape, a sertaneja se submeteu recentemente a tratamentos estéticos e a uma abdominoplastia. Por causa da cirurgia, segundo informações do colunista Leo Dias neste domingo (23), a artista recebeu a orientação médica de suspender os anticoncepcionais para evitar uma trombose. Por isso, com apenas um mês de namoro oficial com Murilo Huff, Marília foi surpreendida com a notícia de que estava grávida de 5 semanas. Ainda de acordo com o jornalista, a cantora parou imediatamente de beber ao saber que vai ter um filho. E apesar de adorar a bebida – que faz parte, inclusive, de suas composições -, Marília prometeu trocar o álcool pela água pelos próximos meses. E nesta semana a artista vai iniciar uma rotina de exames para um pré-natal seguro de seu primeiro filho.

‘Mulher mais feliz do mundo’

A notícia da gravidez de Marília Mendonça também deixou os fãs de queixo caído e afoitos por uma declaração da artista, que limitou-se a dizer: “Eu sou a mulher mais feliz do mundo”, escreveu em seu Twitter. Neste domingo a estrela voltou a usar sua rede social, desta vez para enaltecer o namorado. “Te amo desde o primeiro dia. Pra sempre. Queria que todo mundo tivesse o poder de ver teu coração, como eu tenho. Um dos meus presentes de Deus. Obrigada por me fazer tão feliz”, agradeceu.

Sertaneja ganhou buquê de flores

No primeiro Dia dos Namorados que passou ao lado de Murilo, Marília Mendonça ganhou um buquê de flores vermelhas e um quarto com decoração romântica de velas e pétalas. Feliz da vida, a rainha da sofrência escreveu uma declaração pública ao amado: “Te amo, muito! E aquela missão que você disse que tinha, de me fazer feliz, saiba que tá conseguindo cumprir direitinho. As nossas diferenças são o tempero do nosso amor. Feliz dia dos namorados!”. E completou: “Feliz vida pra nós. Feliz vida por tudo que passamos pra estar aqui. Feliz vida por tudo que ensinamos e aprendemos. Nunca algo me fez crescer tanto quanto o nosso relacionamento. Você me trazendo sempre um pouco da sua paciência e eu te levando um pouco de toda a minha urgência e euforia. Finalmente, felizes”. Murilo Huff, que ganhou uma moto elétrica de presente, agradeceu de forma discreta e carinhosa: “Obrigado por ser quem você é pra mim. Te amo”.

ITABUNA: MORRE EX-VEREADOR CARLITO DO SARINHA

O ex-vereador Carlito do Sarinha morreu neste domingo (23) no Hospital Calixto Mdlej Filho, onde estava internado há cerca de um mês se recuperando de um infarto.

Carlito tinha 66 anos, e estava licenciado da presidência do Solidariedade e foi vereador por cinco mandatos em Itabuna. O Velório será no SAF e o sepultamento nesta segunda-feira, 24, às 16 horas.

Por: ipolítica

Vazamento não é base de pedido para anular condenação de Lula, diz defesa

A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou hoje que o pedido para anular a condenação do petista no caso do tríplex de Guarujá não tem como base os vazamentos da Lava Jato divulgados pelo site The Intercept Brasil. A declaração é resposta à manifestação da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que enviou hoje mais cedo, ao STF (Supremo Tribunal Federal), um parecer contrário ao pedido da defesa. Dodge questionou a autenticidade das mensagens vazadas, atribuídas ao ministro da Justiça, Sergio Moro, quando juiz federal, e a integrantes da Operação Lava Jato. Segundo ela, a alegação de suspeição se ampara em fatos sobre os quais ainda há dúvidas jurídicas.

“É que o material publicado pelo site The Intercept Brasil, a que se refere a petição feita pela defesa do paciente, ainda não foi apresentado às autoridades públicas para que sua integridade seja aferida. Diante disso, a sua autenticidade não foi analisada e muito menos confirmada”, escreveu. Em nota, a defesa de Lula diz que o pedido de habeas corpus em favor de Lula foi impetrado em novembro do ano passado. “Referido habeas corpus, que começou a ser julgado pela Suprema Corte em 04/12/2018 –muito antes, portanto, das reportagens do “The Intercept”– mostra que o ex-juiz Sergio Moro ‘sempre revelou interesse na condução do processo e no seu desfecho'”, diz o documento assinado pelos advogados Cristiano Zanin Martins e Valeska Martins.

Os defensores de Lula afirmam ainda que, em 13 de junho, apenas registraram nos autos do processo que as reportagens publicadas pelo The Intercept Brasil remetem à “conjuntura e minúcias das circunstâncias históricas” anteriormente questionadas pela defesa.

A defesa de Lula alega que Moro não foi imparcial ao julgar o ex-presidente. Entre os pontos questionados pelos advogados, estão uma suposta atuação de Moro no episódio que ficou conhecido como “prende e solta” de Lula, em julho do ano passado, e a aceitação do cargo de ministro de Estado no governo de Jair Bolsonaro (PSL).

O posicionamento de Dodge está na petição enviada ao STF, que voltará a julgar o caso em 25 de junho. O relator do caso no Supremo é o ministro Edson Fachin. A procuradora-geral ainda questiona a maneira como as mensagens foram obtidas. Se de maneira criminosa, afirma ela, o ato atinge a garantia constitucional à privacidade das comunicações. Além disso, ressalta ter pedido inquérito policial para investigar o possível vazamento e adotado providências internas no Ministério Público Federal sobre o assunto. A Polícia Federal também já tem investigação em curso.

O posicionamento de Dodge é semelhante ao defendido pelo governo federal e pelo próprio Moro. Estes têm minimizado a relevância do conteúdo das conversas e questionado a veracidade das mesmas.

Hoje mais cedo, Bolsonaro voltou a elogiar Moro e a dizer que ele é “motivo de honra e orgulho” na composição da Esplanada dos Ministérios.

VÍDEO: Ônibus pega fogo na rodoviária de Salvador nesta sexta

Um ônibus da empresa Camurujipe pegou fogo no início da tarde desta sexta-feira (21) no terminal rodoviário de Salvador. No momento, houve correria e tumulto no local, mas ninguém ficou ferido. O coletivo iria fazer a linha Salvador-Jequié.

De acordo com informações da Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicações da Bahia (Agerba), uma pane elétrica no motor, localizado no fundo do ônibus, gerou o princípio de incêndio.

Ainda segundo a Agerba, as chamas ficaram localizadas na parte traseira do veículo e o incêndio foi rapidamente controlado com o uso de extintores de incêndio. O ônibus foi recolhido, retirado de circulação e foi substituído por outro coletivo.

Veja o vídeo:

ILHÉUS: Prefeitura realiza captura de animais de grande porte soltos em vias públicas

O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) iniciou na segunda-feira (17) e vai até sábado (22), ação de captura dos animais de grande porte soltos em bairros e locais de livre acesso ao público. A operação foi desenvolvida com base nas leis municipais 3.257/2006 e 3.741/2015. A Divisão de Vigilância em Saúde considera que durante as festividades juninas, a cidade recebe grande quantidade de visitantes, o que pode ocasionar em acidentes automobilísticos causados por animais soltos nas rodovias, principalmente equinos.

Segundo informou o CCZ, já foram capturados até o momento, cerca de 52 equinos em vias públicas. Os animais recolhidos às dependências do centro, foram registrados com menção da espécie, registro do dia, local e período da apreensão, raça, sexo, pelagem, além de sinais característicos e outros elementos apresentados. Em seguida, passaram por avaliação veterinária e exame de anemia infecciosa equina (AIE).

Conforme as penalidades previstas nas leis, o proprietário do animal apreendido ficará sujeito ao pagamento de multa, despesas de transporte, de alimentação, assistência veterinária e outras, mediante guia de depósito a ser emitida pela Secretaria Municipal de Saúde (Sesau). O animal só poderá ser resgatado diante do comprovante de pagamento das multas e penalidades, juntamente com o comprovante de residência, RG e CPF do proprietário do animal.

O CCZ informa ainda que, caso o animal seja apreendido pela terceira vez, não poderá mais ser resgatado pelo seu proprietário. O setor irá determinar o destino para o animal, conforme Lei 3.741/15.

ILHÉUS: HOMEM É PRESO COM GRANDE QUANTIDADES DE DROGAS

Após uma investigação desencadeada pela polícia civil e militar, um homem identificado como Fábio Laurentino, conhecido como Nego, foi preso nesta quarta-feira (19) com uma grande quantidade de drogas no Iguape.

Segundo informações do blog Pimenta, Fábio estava transportando cerca de 50 quilos de droga (maconha) em um veículo Hyundai HB20 branco com placa de Camacan. A abordagem foi realizada nas proximidades do trevo de acesso à Ciretran de Ilhéus.

Ainda segundo o blog Pimenta, a droga estava distribuída em 50 tabletes, os quais perteceriam a uma facção criminosa de Ilhéus. Fábio foi conduzido a 7° Coorpin, em Ilhéus, onde foi lavrado o flagrante por tráfico de drogas.

Bandidos põem fogo em carro com repórter da TV Bahia no porta-malas

O jornalista Jony Torres foi trancado na mala do próprio carro durante uma tentativa de assalto no início da noite desta segunda-feira (17) na zona rural da cidade de Esplanada, região nordeste do estado. Os ladrões ainda atearam fogo ao veículo, mas Jony conseguiu escapar antes das chamas consumirem seu veículo, um modelo Nissan Tiida de quatro portas. O carro teve perda total. O jornalista da TV Bahia tem uma fazenda com o sogro no município.

O crime foi cometido por dois homens que estavam numa moto. Segundo o jornalista, um deles aparentava ser adolescente, mas foi o mais velho que comandou toda a ação.  O jornalista conta que o assalto durou, aproximadamente, 30 minutos. Ele ainda chegou a ser reconhecido pelo mais jovem, mas foi confundido com um policial.

Ele achou que me reconheceu por ser policial e começou a dizer: ‘nós é bonde do maluco, porra, nós vai lhe matar. Cadê o celular, porra? Eu dizia pra ele: velho, eu sou jornalista, não sou polícia. Tenho dois filhos para criar. Um deles ainda disse: ‘eu também não tive pai para me criar’“, informou Jony.

Para ele, foi mais uma violência psicológica do que física. Segundo ele, os dois assaltantes aparentavam estarem embriagados e drogados. “Eles só queriam o celular, na hora do nervoso, nem lembrei que tinha deixado na fazenda e falei que devia ter caído no carro”, conta. O jornalista entregou a carteira com R$ 400, mas mesmo assim os ladrões ficaram irritados.

(Foto:Acervo Pessoal)

Jony contou ao CORREIO que precisou ir resolver um problema na fazenda de última hora e saiu, por volta das 18h30, para fazer um lanche em um posto de gasolina na BR-101. Para chegar até o local, trafegou por uma estrada de terra de cerca de 3 km. Quando estava voltando, precisou diminuir a velocidade por conta de uma linha férrea que tem na região e foi nesse momento que o jornalista foi abordado pelos assaltantes.

Eles entraram no carro e me fizeram dirigir com uma arma apontada para a minha cabeça até uma plantação de eucalipto. Lá, me colocaram deitado no chão e começaram a exigir o celular. Mas eu estava tão nervoso, que nem me dei conta de que tinha esquecido na fazenda e disse que devia estar caído no chão do carro, como não acharam, decidiram me matar. Me botaram no porta-malas do carro e disseram: ‘vou lhe matar porra´. Fiquei achando que me dariam um tiro, mas ele ainda disse: ‘não vou gastar uma bala com esse filho da puta’“.

Só quando ouviu o barulho da moto dando partida é que o jornalista teve coragem de tentar sair do carro. “Meu carro era daqueles que tem uma cordinha para baixar o banco, eu consegui baixar e sair pelas portas do fundo. Só então vi que a parte da frente do carro já estava toda em chamas. Jogaram cachaça no carro e tocaram fogo”, relembra.

O jornalista não soube estimar quanto tempo ficou preso no porta-malas. Mas quando achou que os bandidos já tinham saído do local, conseguiu sair do carro. Primeiro ele se escondeu no mato e depois começou a correr, pra sair dali. “Na estrada de chão me deram socorro e acionaram a Polícia Militar, que foi no local e encontrou meus documentos jogados no chão”, conta.

(Foto: Acervo Pessoal)

Quase 24 horas depois do assalto, o jornalista conta que até agora está praticamente sem dormir. “Só pensava nos meus filhos”, diz. Ele já havia sofrido um assalto em Salvador, mas nada que fizesse com que ele temesse tanto pela sua vida. “Foi terrível. Uma maldade sem sentido. Queriam me matar só por causa de um celular”, comentou Jony, destacando que os bandidos estavam visivelmente transtornados.

Ele conta que ainda se sente como se estivesse “dentro de um pesadelo”. “A vontade que da é de ir dormir pra acordar depois e descobrir que era apenas um sonho ruim”, finaliza.

O veículo está no seguro. Na manhã desta terça-feira (18), policiais começaram a busca pelos bandidos. Em nota, a Polícia Civil informou que o roubo é investigado pela Delegacia de Esplanada, “que realiza incursões para identificar e prender os autores”. O CORREIO vem tentado falar com o delegado da região, mas ninguém atendeu às inúmeras ligações realizadas à unidade.

Veja vídeo gravado quando o carro ainda pegava fogo (Imagens do Acajutiba News)

 

Google lança nova geração de SMS sem o suporte de operadoras

Google está lançando o seu Serviço de Comunicação Rica, o RCS Chat, sem o suporte de operadoras de telefonia. A tecnologia é a evolução do SMS e estará disponível, a princípio, para França e Reino Unido.

O RCS Chat é aposta da Google de criar um app de conversa nativo parecido com o iMessage. Na prática, é como se o aplicativo de SMS do seu Android agora tivesse recursos parecidos com o do WhatsApp, como confirmação de leitura, criação de grupos, envio de imagens e compartilhamento de localização.

Google está lançando o seu Serviço de Comunicação Rica, o RCS Chat, sem o suporte de operadoras de telefonia. A tecnologia é a evolução do SMS e estará disponível, a princípio, para França e Reino Unido.

O RCS Chat é aposta da Google de criar um app de conversa nativo parecido com o iMessage. Na prática, é como se o aplicativo de SMS do seu Android agora tivesse recursos parecidos com o do WhatsApp, como confirmação de leitura, criação de grupos, envio de imagens e compartilhamento de localização.

A princípio, esse novo modelo de protocolo de comunicação será viabilizado sem o intermédio de operadoras — como o perfil universal para suportar RCS é interoperável, qualquer uma das partes (operadoras, fabricantes de celular ou de sistema operacional) pode habilitar o serviço.

A Google chegou a trabalhar junto a operadoras para desenvolver a tecnologia, mas o progresso, de acordo com o The Verge, estava lento e a empresa dona do Android decidiu atuar sem intermediários.

Vantagens e desvantagens

deixando as mensagens expostas em parte do processo. Além disso, o RCS não tem banco de dados e não apresenta sincronização entre dispositivos.

Sanaz Ahari, diretor de gerenciamento de produtos para mensagens do Android, afirmou ao The Verge que a equipe está trabalhando para resolver esses problemas.

Substituição

Os aparelhos nas regiões habilitadas para o RCS exibirão uma notificação pedindo por atualização quando o usuário abrir o aplicativo de mensagem. Caso uma pessoa que usa o RCS estiver falando com outra sem permissão para este protocolo, automaticamente as mensagens serão enviadas via SMS.

rcsImagem: Tecnoblog/ Everton FavrettoFonte: Tecnoblog/

Ainda não há previsão para o lançamento do recurso em outros países, inclusive no Brasil.





web