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Eleições: Pesquisa CNT; Lula tem 43,4% das intenções de voto e, Bolsonaro, 34,8%

As citações de voto definitivo em Jair Bolsonaro e em Lula alcançam 87,7% e 84,5%, respectivamente | Agência Brasil

A Pesquisa CNT de Opinião, da Confederação Nacional da Indústria, divulgada nesta 6ª feira (16.set), mostra estabilidade nos cenários de intenções de voto para a presidência da República. No levantamento estimulado, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 43,4%, contra 34,8% do atual presidente Jair Bolsonaro (PL). Na pesquisa anterior do instituto, Lula tinha 42,3% dos votos e, Bolsonaro, 34,1%.

Em seguida, aparecem Ciro Gomes (PDT) com 5,6%, e Simone Tebet (MDB), com 4,7%. Soraya Thronicke (União Brasil), Felipe d’Ávila (Novo), Vera Lúcia (PSTU), Padre Kelman (PTB) e Sofia Manzano (PCB) têm, cada um, menos de 1% das intenções de voto. Léo Péricles (UP) e Eymael (DC) não pontuaram. Votos em branco ou nulos somam 4,1% e indecisos, 6%.

Lula tem os mesmos 8 pontos percentuais à frente de Bolsonaro. Já em um eventual segundo turno, o petista tem 49,4% das intenções de voto, vantagem de 10 pontos em relação ao candidato à reeleição, que tem 39,3%.

As citações de voto definitivo em Jair Bolsonaro e em Lula alcançam 87,7% e 84,5%, respectivamente, limitando o espaço para grandes mudanças de percentuais de voto.

O levantamento foi feito de forma presencial com 2.002 pessoas entre 12 e 14 de setembro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR06984/2022.

Eleições: Próximo debate entre presidenciáveis na TV será no SBT

O próximo debate entre os candidatos à Presidência da República ocorrerá no SBT, no sábado, dia 24 de setembro, às 18h30 – e vai até às 20h30. O encontro é promovido pelo pool formado por SBT, CNN, Estadão, Terra, Nova Brasil FM, Rádio Eldorado e Veja.

O debate terá quatro blocos e contará com a apresentação do jornalista Carlos Nascimento, com transmissão ao vivo dos veículos que integram o pool. Seis jornalistas, de cada uma das mídias patrocinadoras do debate, farão perguntas no segundo e no quarto bloco. Nos demais, os candidatos farão perguntas entre si, seguindo ordem de sorteio que será realizado em reunião posterior.

Os candidatos serão posicionados no estúdio do SBT de acordo com a ordem do sorteio a ser feito em data anterior ao debate, na presença dos assessores de campanha. Os candidatos serão informados do tempo decorrido em cada participação por meio de um cronômetro no centro do estúdio. Um candidato eventualmente ofendido poderá se defender ao pedir o direito de resposta. Um corpo jurídico formado pelos promotores do debate definirá se houve citação que justifique o direito de resposta.

As regras do encontro foram aprovadas em reunião ocorrida no dia 16 de agosto, pelos integrantes das campanhas dos candidatos Lula (PT), Jair Bolsonaro (PL), Ciro Gomes (PDT), Simone Tebet (MDB), Soraya Thronicke (União) e Felipe d’Avila (Novo).

Para o diretor nacional de jornalismo do SBT, José Occhiuso, o debate – que acontecerá uma semana antes do primeiro turno das eleições – pode ajudar os eleitores indecisos.

“O debate ocorre em um momento muito importante da campanha, uma semana antes da eleição, e ele tem a capacidade de pegar o indeciso. O eleitor que ainda está indeciso tem a chance de, ao assistir o nosso debate, formar a sua convicção sobre pra qual candidato ele vai dar o seu voto”, afirma Occhiuso.

Eleições 2022: Pesquisa Quaest/Genial: Lula tem 45%, Bolsonaro, 23% e Moro, 9%

Crédito: CNN Brasil

A pesquisa Quaest/Genial de intenção de voto para o primeiro turno das eleições presidenciais de 2022 divulgada nesta quarta-feira (12) mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança com 45%, contra 23% do atual presidente, Jair Bolsonaro (PL).

No terceiro lugar, o ex-juiz Sergio Moro (Podemos) aparece com 9% das intenções de voto, à frente de Ciro Gomes (PDT), com 5%. Completam a lista o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), com 3%, e a senadora Simone Tebet (MDB), com 1%. O senador Rodrigo Pacheco (PSD) e Felipe d’Ávila (Novo) aparecem com 0%.

Foram entrevistadas 2 mil pessoas presencialmente nas 27 unidades da Federação entre os dias 6 e 9 de janeiro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95% (se 100 pesquisas fossem realizadas, 95 apresentariam os mesmos resultados dentro da margem de erro). A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral com o número BR-00075/2022.

Intenção de voto para presidente no primeiro turno

  • Lula (PT) – 45%
  • Bolsonaro (PL) – 23%
  • Moro (Podemos) – 9%
  • Ciro Gomes (PDT) – 5%
  • João Doria (PSDB) – 3%
  • Simone Tebet (MDB) – 1%
  • Rodrigo Pacheco (PSD) – 0%
  • Felipe d’Ávila (Novo) – 0%
  • Branco/nulo/não vai votar – 8%
  • Indecisos – 4%

Segundo turno

Na pesquisa Quaest/Genial, Lula lidera todos os cenários de intenção de voto para segundo turno. Moro e Ciro Gomes venceriam Bolsonaro nos cenários sem o candidato do PT.

Cenário 1

Lula (PT) – 54%

Bolsonaro (PL) 30%

Branco/nulo/não vai votar – 13%

Indecisos – 3%

 

Cenário 2

Lula (PT) – 50%

Moro (Podemos) 30%

Branco/nulo/não vai votar – 16%

Indecisos – 3%

 

Cenário 3

Lula (PT) – 52%

Ciro Gomes (PDT) – 21%

Branco/nulo/não vai votar – 23%

Indecisos – 4%

 

Cenário 4

Lula (PT) – 55%

João Doria (PSDB) – 15%

Branco/nulo/não vai votar – 26%

Indecisos – 3%

 

Cenário 5

Lula (PT) – 57%

Rodrigo Pacheco (PSD) – 14%

Branco/nulo/não vai votar – 25%

Indecisos – 4%

 

Cenário 6

Sergio Moro (Podemos) 36%

Bolsonaro (PL) 30%

Branco/nulo/não vai votar – 30%

Indecisos – 4%

 

Cenário 7

Ciro Gomes (PDT) 39%

Bolsonaro (PL) 32%

Branco/nulo/não vai votar – 25%

Indecisos – 4%

Pesquisa espontânea

Na metodologia da pesquisa espontânea para o primeiro turno, Lula também lidera, seguido por Bolsonaro.

Lula (PT) – 27%

Bolsonaro (PL) – 16%

Moro (Podemos) 1%

Ciro Gomes (PDT) – 1%

Indecisos – 52%

Branco/nulo/não pretende votar – 3%

 

Avaliação de Bolsonaro

A pesquisa também mostrou a avaliação do governo Bolsonaro. Para 50%, a gestão é negativa. 25% classificaram de regular. 22% apontaram como positiva. 3% não responderam ou não souberam responder.

Política: Mourão afirma que Bolsonaro escolherá o novo ministro da saúde até agosto.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) deve escolher o novo ministro da Saúde em agosto, de acordo com o vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB), em entrevista concedida ao portal UOL e divulgada nesta quarta-feira (15).
Atualmente, a pasta é comandada interinamente pelo general Eduardo Pazuello.

“Pazuello assumiu interinamente e está há dois meses na função. Acredito que em mais um mês, em agosto, Bolsonaro vai retornar da quarentena e analisar outros nomes”, afirmou Mourão.

Para o vice-presidente, a sociedade “tem que parar de discutir determinados assuntos de forma preconceituosa: o militar é um cidadão como outro qualquer, apenas usa farda e tem um raciocínio cartesiano”.

Em meio à pandemia do novo coronavírus, o Brasil não possui ministro da Saúde desde o dia 15 de maio.

 

Fonte: https://www.bahianoticias.com.br/

Política: Governo não combate a corrupção, diz Moro ao ‘Fantástico’

Créditos: Catraca livre

Em entrevista ao “Fantástico” deste domingo, 24, Sergio Moro relatou que a agenda anticorrupção não foi apoiada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e que a pasta da Justiça e Segurança Pública foi continuamente esvaziada. Para Moro, essa é uma verdade inconveniente para os apoiadores do governo.

Moro ainda criticou a postura negacionista sobre a pandemia do novo coronavírus. Segundo ele ainda, não é o caso de pessoas saírem armadas para transgredir medidas sanitárias e que houve uma subida de tom gradativa nos últimos meses.

Sobre as falas de Abraham Weintraub e de Ricardo Salles, Moro disse que se calou, mas estava incomodado e que tinha limitações por ser parte do governo naquele momento.

Saída de Moro
Durante a entrevista coletiva de seu pedido de demissão, Sergio Moro disse que Jair Bolsonaro queria trocar o diretor-geral da Polícia Federal para, com um novo nome, conseguir informações sobre inquéritos em andamento.

No “Jornal Nacional” do mesmo dia, Moro mostrou troca de mensagens entre ele e Bolsonaro, onde o presidente envia o link de uma reportagem do site “O Antagonista” sobre a investigação de 10 a 12 deputados bolsonaristas, citando que esse seria “mais um motivo para a troca”, se referindo à mudança na PF.

Moro ainda revelou uma troca de mensagens com a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP), apoiadora de Bolsonaro, na qual ela pede ao ex-juiz que aceitasse o nome de Alexandre Ramagem para o cargo de diretor-geral da Polícia Federal em troca de uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF).

Derivada dessas alegações, o vídeo da reunião de 22 de abril veio a público — originando uma nova crise no governo federal.

Política: Ciro protocola pedido de impeachment contra Bolsonaro; casos com Maia chegam a 24

Créditos: Yahoo

O ex-candidato presidencial Ciro Gomes e o presidente do PDT, Carlos Lupi, protocolaram nesta quarta-feira (22) um pedido de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) por sua participação nos atos de defesa de um novo AI-5.

Com isso, os casos sob análise do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), chegam a 24, incluindo pedidos de parlamentares do PSOL e um do deputado Alexandre Frota (PSDB-SP), ex-aliado de Bolsonaro.

O documento de Ciro e Lupi acusa Bolsonaro de cometer crime de responsabilidade por ter incentivado atos contra Legislativo e Judiciário no último domingo (19). Na manifestação, que pedia intervenção militar no país, apoiadores do presidente fizeram críticas ao Congresso e ao STF (Supremo Tribunal Federal).

Segundo o pedido, “a incitação de manifestação contra os Poderes constituídos, a presença, apoio e endosso do presidente da República a pedidos de ruptura da ordem constitucional, do fechamento do Congresso Nacional e do STF” e a adoção de atos institucionais autoritários são uma “afronta ao princípio da separação dos Poderes, sendo, portanto, crimes de responsabilidade”.

O texto afirma ainda que Bolsonaro descumpriu orientações da OMS (Organização Mundial da Saúde), do Ministério da Saúde e de normas de estados e municípios quanto à adoção de medidas de prevenção de contágio do coronavírus

O pedido lembra que a experiência em outros países demonstra que grande parte da população terá contato com o vírus, mas que, ainda assim, é preciso tomar medidas para reduzir a velocidade de contágio, de forma a impedir que o sistema de saúde entre em colapso.

“As atitudes mesquinhas do denunciado resguardam apenas os interesses escusos do capital, no que se olvida que a fatura da pandemia da Covid-19 não pode ser paga com vidas alheias, em patente desrespeito a direitos individuais e sociais”, afirma o texto.

O documento estabelece que as condutas de Bolsonaro “encerram um atentado contra o exercício dos direitos individuais e sociais, ao passo que também violam patentemente as garantias individuais e os direitos sociais assegurados pela Constituição Federal de 1988”.

O pedido se soma aos demais que estão na Câmara. Maia, hoje rompido com Bolsonaro, é o responsável por analisar de forma monocrática se dá ou não sequência aos pedidos de impeachment. Ele não tem prazo para tomar essas decisões.

Caso seja dada sequência, o caso é analisado por uma comissão especial e, depois, pelo plenário da Câmara. Somente com o voto de ao menos 342 dos 513 deputados é autorizado que o Senado abra o processo.

Nesse caso, Bolsonaro seria afastado até a conclusão do julgamento –ele perderia o mandato caso pelo menos 54 dos 81 senadores votassem nesse sentido.

O Brasil já teve dois episódios de impeachment: o de Fernando Collor (1992), que renunciou antes da decisão final do Senado, e o de Dilma Rousseff (2016).

Saúde no Brasil pode perder R$ 9,46 bi em 2020 por conta da regra de teto de gastos

Se a proposta orçamentária para gastos em 2020 enviado em agosto pelo governo for aceita pelo Congresso, a saúde vai perder R$ 9,46 bilhões. Segundo levantamento feito pelo G1, tendo como base a regra de teto de gastos admitida em 2017, no governo Temer, a Secretaria de Orçamento Federal, ligada ao Ministério da Economia, sugeriu R$ 122,9 bilhões para a pasta no ano que vem, quando, pela regra anterior deveria ser de R$ R$ 132,3 bilhões

De acordo com a publicação, esse valor é R$ 920 milhões acima do mínimo fixado pela regra vigente do teto de gastos públicos, que é o valor do piso feito pela correção da inflação do ano anterior. Anteriormente, o valor mínimo do piso que deveria ser destinado à saúde em 2020 era de 15% da receita corrente líquida – estimada, na proposta de orçamento, em R$ 882,4 bilhões para o próximo ano.

Essa destinação menor de recursos para saúde no ano que vem, só se confirmará se o Congresso Nacional aprovar os valores propostos pelo governo.

POLÍTICA: Bolsonaro desmente revista e nega saída do PSL

O presidente Jair Bolsonaro negou sua saída do PSL, após a notícia ser divulgada  por alguns veículos de imprensa. Em entrevista ao site O Antagonista, ele assumiu que não está satisfeito com o partido, que atualmente é comandado por Luciano Bivar , e que não quer esvaziar o partido.

“O que faço é uma reclamação do bem”, disse.

Bolsonaro também explicou, durante esta quarta-feira (9), o motivo de ter exposto o presidente nacional do PSL. Segundo ele, Bivar ‘está por baixo’.

“O rapaz falou que era candidato a vereador. Se começar a vincular nome a partido, à minha imagem, pode ter problema de campanha antecipada. Ninguém tem que se antecipar como candidato, cria ciúmes. Quando falei que ele (Bivar) estava queimado, é que ele não está bem no estado dele”, declarou.

PORTO SUL: Ferrovia é destacada por Bolsonaro

O governo federal está terminando os preparativos para conceder à iniciativa privada o primeiro trecho da Ferrovia Oeste-Leste, entre Caetité e Ilhéus, em 2020, e adiantando bem o segundo trecho. A ideia original prevê a extensão da linha até o Tocantins, integrando-a à Norte-Sul.

Isto vai conectar o litoral e o portos baiano de Ilhéus à produção do interior do Brasil. “Vamos de semana nova: obras da Ferrovia Oeste-Leste, na Bahia, com operações em diferentes frentes. Construção de viadutos, lançamento de dormentes, terraplenagem e recuperação de passivos”, postou o presidente Jair Bolsonaro.

A ferrovia escoará o minério de ferro produzido na região de Caetité e a produção de grãos e minério do Oeste da Bahia pelo Porto Sul, complexo portuário a ser construído em Ilhéus. De Ilhéus a Caitité, dois dos cinco trechos já estão concluídos, um está 89,6% pronto, um com 73,6% e o mais atrasado com 29,1%.

Já a extensão entre Caitité e Barreiras só tem um trecho concluído. Um está em 34,2%, um com 13,7% e um com 40,5%. A primeira etapa, para Ilhéus, tem 537 Km e terá o edital divulgado no quarto trimestre deste ano e o leilão no primeiro de 2020. O critério será o maior valor de outorga e o investimento para concluir a Fiol, R$ 1,6 bilhão.

Política: PSL é quase “réu confesso”, diz Coronel sobre uso de fake news na eleição de Bolsonaro

POR: BNEWS

Presidente da CPMI das Fake News, o senador Angelo Coronel (PSD-BA) disse que o PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, está usando seu “direito de espernear” ao afirmar que o colegiado foi instaurado com objetivo de prejudicar Bolsonaro. Segundo o parlamentar, o comportamento de setores do partido em relação à CPMI é de quem é “réu confesso”.

“O PSL colocou no colo que a CPMI é para prejudicar a Presidência da República, Não é nada disso. Acho que proteger crianças, marcas, cyberbullying, retirar do ar perfis falsos não vai atingir o presidente. mas eles são quase réus confessos, praticamente admitindo que o atual presidente da República se elegeu por força de perfis falsos e fake news. Mas vamos apurar isso na CPMI e quem fez alguma coisa que pague”, declarou o senador em entrevista ao BNews nesta quinta-feira (26).

Coronel também explicou o motivo da convocação da presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Maria Weber, para depor na comissão. “O caso da ministra Rosa Weber é que ela é presidente do TSE, existe inquérito no TSE sobre as eleições e queremos saber o que o tribunal conseguiu apurar até o momento”, afirmou. Em votação na quarta (25), deputados e senadores aprovaram a convocação de 85 pessoas para comparecimento ao colegiado.





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